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Indiciado por roubo de joias, Bolsonaro busca apoio de Kassio Nunes e Mendonça

Durante o encerramento do primeiro dia da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) Brasil, encontro de lideranças fascistas do Brasil e de outros países, o ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que não recuará frente às investigações que o envolvem. Apesar de estar inelegível até 2030 por abuso de poder político e econômico, ele expressou otimismo quanto a mudanças no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à formação de uma forte bancada parlamentar, elementos que considera essenciais para um "futuro melhor". Bolsonaro colocou suas esperanças em Kássio Nunes e André Mendonça, indicados por ele ao Supremo Tribunal Federal (STF).
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"Temos eleições neste ano, votem com a razão e não com o coração ou emoção. Porque a composição do TSE vai mudar, já mudou, se tivermos uma grande bancada em 2026 pode ter certeza que a gente faz pelo Parlamento, não pela canetada, uma história melhor para todos nós", disse ele.

A Polícia Federal entregou ao Supremo Tribunal Federal o relatório da investigação que indiciou Bolsonaro e mais 11 pessoas no caso das joias sauditas. A entrega foi realizada pessoalmente por representantes da corporação. O inquérito detalha o funcionamento de uma organização criminosa que teria sido estabelecida para desviar e vender presentes de autoridades estrangeiras durante o governo Bolsonaro. Entre os indiciados estão figuras próximas ao ex-presidente, como o tenente-coronel Mauro Cid e seu pai, o general de Exército Mauro Lourenna Cid, além dos advogados Fábio Wajngarten e Frederick Wassef.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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