Gleisi Hoffmann critica extrema-direita israelense após massacre em Gaza

A presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, criticou duramente o governo de extrema-direita de Benjamin Netanyahu após um ataque israelense a uma escola em Gaza, que resultou na morte de mais de 100 palestinos. Em suas redes sociais, Gleisi afirmou que o governo de Israel despreza a ONU e a humanidade, ignorando as exigências por justiça e paz.
"Mais de 100 palestinos e palestinas assassinados por Netanyahu em novo massacre numa escola de Gaza. A extrema-direita que governa Israel zomba da ONU, que determinou uma trégua humanitária na região. E mostra todo seu desprezo pela humanidade, que exige justiça e paz", escreveu Gleisi em uma postagem na rede social X.
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A ONU, através da Corte Internacional de Justiça, havia determinado medidas provisórias para que Israel agisse urgentemente na prevenção de atos de genocídio e garantisse o fluxo de ajuda humanitária para Gaza. Apesar disso, o ataque à escola em Gaza provocou inúmeras mortes, incluindo mulheres e crianças, com vídeos do local mostrando corpos e o trabalho de equipes de resgate.
As Forças de Defesa de Israel alegaram que o ataque aéreo teve como alvo combatentes do movimento palestino Hamas, abrigados na escola. O regime israelense, apoiado pelos EUA e seus aliados ocidentais, lançou uma ofensiva total em Gaza após a Operação Tempestade de Al-Aqsa em outubro do ano passado. Desde então, milhares de palestinos, a maioria mulheres e crianças, foram mortos ou feridos.
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Israel mantém um cerco ao território costeiro, restringindo severamente o fluxo de alimentos, medicamentos, eletricidade e água para Gaza, agravando a crise humanitária na região.
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Com informações do X
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"Mais de 100 palestinos e palestinas assassinados por Netanyahu em novo massacre numa escola de Gaza. A extrema-direita que governa Israel zomba da ONU, que determinou uma trégua humanitária na região. E mostra todo seu desprezo pela humanidade, que exige justiça e paz", escreveu Gleisi em uma postagem na rede social X.
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A ONU, através da Corte Internacional de Justiça, havia determinado medidas provisórias para que Israel agisse urgentemente na prevenção de atos de genocídio e garantisse o fluxo de ajuda humanitária para Gaza. Apesar disso, o ataque à escola em Gaza provocou inúmeras mortes, incluindo mulheres e crianças, com vídeos do local mostrando corpos e o trabalho de equipes de resgate.
As Forças de Defesa de Israel alegaram que o ataque aéreo teve como alvo combatentes do movimento palestino Hamas, abrigados na escola. O regime israelense, apoiado pelos EUA e seus aliados ocidentais, lançou uma ofensiva total em Gaza após a Operação Tempestade de Al-Aqsa em outubro do ano passado. Desde então, milhares de palestinos, a maioria mulheres e crianças, foram mortos ou feridos.
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Israel mantém um cerco ao território costeiro, restringindo severamente o fluxo de alimentos, medicamentos, eletricidade e água para Gaza, agravando a crise humanitária na região.
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Mais de 100 palestinos e palestinas assassinados por Netanyahu em novo massacre numa escola de Gaza. A extrema-direita que governa Israel zomba da ONU, que determinou uma trégua humanitária na região. E mostra todo seu desprezo pela humanidade, que exige justiça e paz
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) August 10, 2024
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Fonte: PlantãoBrasil

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