Bolsonaro ataca Pablo Marçal e racha a direita no 7 de setembro

O evento de 7 de setembro, que era para fortalecer a imagem de Jair Bolsonaro e unir a direita, acabou evidenciando um grande racha entre seus apoiadores. De um lado, estavam aqueles que apoiam o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e de outro, os aliados de Pablo Marçal, candidato à prefeitura pelo PRTB.
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Bolsonaro, em sua mensagem no Telegram, elogiou Nunes e Marina Helena, candidata pelo Novo, mas criticou duramente Marçal, cuja participação no ato foi limitada após ser barrado no trio elétrico de Silas Malafaia, pastor e figura influente no bolsonarismo. A crítica foi suficiente para gerar uma reação de parte dos bolsonaristas, incluindo a queima de camisetas em protesto.
Silas Malafaia também não poupou Marçal de críticas, chamando-o de “traidor” e “medroso”, o que alimentou ainda mais a divisão. Marçal, por sua vez, respondeu com uma “guerra espiritual”, utilizando uma narrativa bíblica para se colocar como o sucessor natural de Bolsonaro, comparando sua relação com o ex-presidente à de Davi e Saul.

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Enquanto isso, outros líderes da direita, como Carla Zambelli, decidiram se distanciar da postura de Malafaia e seguiram em sua própria direção, intensificando o clima de disputa dentro do movimento bolsonarista. A divisão entre esses grupos coloca em xeque a unidade do bolsonarismo para as próximas eleições.
Com informações da Fórum.
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Fonte: Plantão Brasil

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