Parlamentares desmascaram discurso pró-Milei com dados de inflação

A divulgação dos índices anuais de inflação no Brasil e na Argentina provocou críticas contundentes ao mercado por parlamentares petistas nesta sexta-feira (3). Os números evidenciam um contraste entre os dois países e questionam as análises econômicas feitas pelo setor.
Segundo o Indec (Instituto Nacional de Estatística e Censos), a inflação acumulada nos últimos 12 meses na Argentina alcançou impressionantes 166% em novembro. No Brasil, o índice no mesmo período foi de apenas 4,87%, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
[bn1][/bn1]
O senador Humberto Costa (PT-PE) ironizou as críticas feitas às políticas econômicas do governo Lula. “Lula destruindo o Brasil: inflação de 4,87%. Milei salvando a Argentina: inflação de 166%”, escreveu em sua conta no X (antigo Twitter), alfinetando o mercado.
Os deputados federais Rogério Correia (PT-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) também usaram as redes para rebater as avaliações do setor econômico. Correia lembrou um comentário da GloboNews sobre a “sorte” de Lula, enquanto Lindbergh classificou como uma “piada” a narrativa de que Javier Milei estaria salvando a economia argentina.
[bn1][/bn1]
A imprensa e o mercado têm tratado os governos de maneira contrastante. Enquanto Milei é descrito como “pragmático”, mesmo com o caos inflacionário de sua gestão, Lula, que lidera uma economia com inflação controlada, é chamado de “sortudo” por veículos como o Estadão.
O debate reflete a parcialidade de certas análises econômicas, ignorando os números concretos para sustentar narrativas favoráveis a figuras como Milei e críticas ao governo progressista de Lula.
Com informações do DCM
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]
Segundo o Indec (Instituto Nacional de Estatística e Censos), a inflação acumulada nos últimos 12 meses na Argentina alcançou impressionantes 166% em novembro. No Brasil, o índice no mesmo período foi de apenas 4,87%, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
[bn1][/bn1]
O senador Humberto Costa (PT-PE) ironizou as críticas feitas às políticas econômicas do governo Lula. “Lula destruindo o Brasil: inflação de 4,87%. Milei salvando a Argentina: inflação de 166%”, escreveu em sua conta no X (antigo Twitter), alfinetando o mercado.
Lula destruindo o Brasil: inflação de 4,87%
— Humberto Costa (@senadorhumberto) January 3, 2025
Milei salvando a Argentina: inflação de 166% pic.twitter.com/wHYLlG6Xfe
Os deputados federais Rogério Correia (PT-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) também usaram as redes para rebater as avaliações do setor econômico. Correia lembrou um comentário da GloboNews sobre a “sorte” de Lula, enquanto Lindbergh classificou como uma “piada” a narrativa de que Javier Milei estaria salvando a economia argentina.
???? Inflação em 4.87%: o mercado diz que Lula está destruindo o Brasil
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) January 3, 2025
???? Inflação em 166%: o mercado diz que Milei está salvando a Argentina
Realmente, o Lula deve ter muita sorte mesmo!! pic.twitter.com/MGCPqDNdND
[bn1][/bn1]
Uma rápida comparação da INFLAÇÃO em 2024:
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) January 3, 2025
????Argentina: 166%
????Brasil: 4,87%
E o mercado ainda fala que Javier Milei está sa
lvando o país, enquanto Lula afunda o Brasil.
Só pode ser PIADA! pic.twitter.com/NbNI1IDPnc
A imprensa e o mercado têm tratado os governos de maneira contrastante. Enquanto Milei é descrito como “pragmático”, mesmo com o caos inflacionário de sua gestão, Lula, que lidera uma economia com inflação controlada, é chamado de “sortudo” por veículos como o Estadão.
O debate reflete a parcialidade de certas análises econômicas, ignorando os números concretos para sustentar narrativas favoráveis a figuras como Milei e críticas ao governo progressista de Lula.
Com informações do DCM
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]
Fonte: Plantão Brasil

O que você acha desta notícia?
Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.