Chikli agradece Bolsonaro e provoca Lula após fuga de soldado acusado de genocídio

O ministro israelense Amichai Chikli, responsável por Assuntos da Diáspora e Combate ao Antissemitismo, intensificou sua retórica contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao repostar um vídeo de Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo, no qual ambos agradecem esforços em favor de soldados israelenses. Na publicação, Chikli afirmou que os Bolsonaros são os "verdadeiros líderes" do Brasil.
No vídeo, Jair Bolsonaro se refere à situação de Yuval Vagdani, soldado das Forças de Defesa de Israel (FDI) acusado de crimes de guerra em Gaza. Vagdani fugiu do Brasil após decisão judicial que determinava sua investigação por envolvimento na demolição de residências palestinas com explosivos fora de combate, em um ato classificado como genocida.
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Veja:
O militar, que estava refugiado na Bahia, fugiu para a Argentina e, posteriormente, para Israel, onde apareceu em um vídeo debochando da Justiça brasileira e sugerindo que outros soldados israelenses "aprendam com os erros dos outros". A fuga ocorreu sob alerta da embaixada de Israel no Brasil, que monitorava a situação.
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A Fundação Hind Rajab (HRF), que havia solicitado a investigação de Vagdani à Justiça Federal brasileira, apresentou novas denúncias após sua fuga. A organização internacional, sediada na Bélgica, atua em defesa dos direitos palestinos e já levou casos similares ao Tribunal Penal Internacional, denunciando mais de 1.000 soldados israelenses por crimes de guerra.
O episódio ocorre em meio à guerra em Gaza, iniciada por Israel em outubro de 2023, que já causou a morte de mais de 45.000 palestinos, majoritariamente mulheres e crianças. As ações israelenses têm sido amplamente condenadas por organizações internacionais como violações flagrantes de direitos humanos e atos genocidas.
Com informações do Brasil 247
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No vídeo, Jair Bolsonaro se refere à situação de Yuval Vagdani, soldado das Forças de Defesa de Israel (FDI) acusado de crimes de guerra em Gaza. Vagdani fugiu do Brasil após decisão judicial que determinava sua investigação por envolvimento na demolição de residências palestinas com explosivos fora de combate, em um ato classificado como genocida.
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Veja:
Muito obrigado pelos seus esforços em prol dos soldados das Forças de Defesa de Israel, @jairbolsonaro e @BolsonaroSP.
— ????? ????? - Amichai Chikli (@AmichaiChikli) January 9, 2025
Vocês são os líderes do rosto bonito e bondoso do povo brasileiro, e nada quebrará o vínculo entre nossas nações, que amam a vida e detestam o terrorismo e o… pic.twitter.com/y04JT8wJ2q
O militar, que estava refugiado na Bahia, fugiu para a Argentina e, posteriormente, para Israel, onde apareceu em um vídeo debochando da Justiça brasileira e sugerindo que outros soldados israelenses "aprendam com os erros dos outros". A fuga ocorreu sob alerta da embaixada de Israel no Brasil, que monitorava a situação.
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A Fundação Hind Rajab (HRF), que havia solicitado a investigação de Vagdani à Justiça Federal brasileira, apresentou novas denúncias após sua fuga. A organização internacional, sediada na Bélgica, atua em defesa dos direitos palestinos e já levou casos similares ao Tribunal Penal Internacional, denunciando mais de 1.000 soldados israelenses por crimes de guerra.
O episódio ocorre em meio à guerra em Gaza, iniciada por Israel em outubro de 2023, que já causou a morte de mais de 45.000 palestinos, majoritariamente mulheres e crianças. As ações israelenses têm sido amplamente condenadas por organizações internacionais como violações flagrantes de direitos humanos e atos genocidas.
Com informações do Brasil 247
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Fonte: Plantão Brasil

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