Alckmin desmente fake news sobre Pix: "Regras atingem bancos, não criam imposto para a população"

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, desmentiu nesta segunda-feira (13) os boatos de que o governo teria criado um imposto sobre transações via Pix. Alckmin enfatizou que as novas regras atingem apenas os bancos e não afetam consumidores ou pequenos empreendedores.
“Essa informação é falsa. Não caia em fake news. O governo não criou nenhum imposto sobre o Pix. As mudanças apenas estabelecem obrigações para os bancos, sem alterar o funcionamento do sistema para os usuários”, afirmou Alckmin.
Segundo as novas diretrizes, fintechs e outras instituições financeiras deverão informar semestralmente à Receita Federal movimentações de pessoas físicas que recebam valores acima de R$ 5 mil via Pix. A medida busca aumentar a transparência e coibir possíveis irregularidades, como crimes financeiros.
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Desde seu lançamento, o Pix revolucionou os pagamentos no Brasil. Atualmente, é utilizado por 76,4% da população e é o meio de pagamento mais frequente para 46% dos brasileiros. Projeções da Febraban indicam que o volume de transações via Pix deve crescer 58,8% em 2024, movimentando cerca de R$ 27,3 trilhões.
De novembro de 2020, quando o sistema foi lançado, até setembro de 2024, mais de 121,5 bilhões de transações foram realizadas, totalizando R$ 52,6 trilhões. Os números reforçam o impacto do Pix na economia e sua popularidade entre consumidores e empresários.
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Com informações do X
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“Essa informação é falsa. Não caia em fake news. O governo não criou nenhum imposto sobre o Pix. As mudanças apenas estabelecem obrigações para os bancos, sem alterar o funcionamento do sistema para os usuários”, afirmou Alckmin.
Segundo as novas diretrizes, fintechs e outras instituições financeiras deverão informar semestralmente à Receita Federal movimentações de pessoas físicas que recebam valores acima de R$ 5 mil via Pix. A medida busca aumentar a transparência e coibir possíveis irregularidades, como crimes financeiros.
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Desde seu lançamento, o Pix revolucionou os pagamentos no Brasil. Atualmente, é utilizado por 76,4% da população e é o meio de pagamento mais frequente para 46% dos brasileiros. Projeções da Febraban indicam que o volume de transações via Pix deve crescer 58,8% em 2024, movimentando cerca de R$ 27,3 trilhões.
De novembro de 2020, quando o sistema foi lançado, até setembro de 2024, mais de 121,5 bilhões de transações foram realizadas, totalizando R$ 52,6 trilhões. Os números reforçam o impacto do Pix na economia e sua popularidade entre consumidores e empresários.
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O governo NÃO criou nenhum imposto sobre o pix. Não caia em fake news! ?? pic.twitter.com/TT80364vNg
— Geraldo Alckmin ???? (@geraldoalckmin) January 13, 2025
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Fonte: PlantãoBrasil

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