Dilma celebra Oscar de "Ainda Estou Aqui" e destaca luta contra a ditadura

A ex-presidenta Dilma Rousseff celebrou a histórica vitória do Brasil no Oscar 2025, com o filme "Ainda Estou Aqui" vencendo a categoria de Melhor Filme Internacional. Em publicações nas redes sociais, Dilma destacou que a obra é um tributo à democracia, à memória e à luta por justiça, ressaltando que o filme só foi possível graças ao trabalho da Comissão Nacional da Verdade, instituída em seu governo para investigar os crimes da ditadura militar.
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"O Oscar para ’Ainda Estou Aqui’ é um reconhecimento da força da cultura brasileira e uma homenagem merecida ao nosso cinema, ao diretor Walter Salles, às atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, ao ator Selton Mello e a toda a equipe do filme", escreveu Dilma.
Dilma lembrou que o filme, baseado na luta de Eunice Paiva para buscar justiça pelo desaparecimento e assassinato de seu marido, Rubens Paiva, conta com as revelações trazidas pela Comissão Nacional da Verdade (CNV). Criada em 2011, durante seu governo, a comissão revelou detalhes sobre as atrocidades cometidas pelo Estado brasileiro, incluindo o caso de Rubens Paiva.
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"É motivo de orgulho saber que a história de Rubens Paiva e Eunice Paiva pôde ser contada graças ao trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que criei durante meu governo para investigar os crimes da ditadura"
O relatório final da CNV, publicado em 2014, comprovou centenas de casos de assassinatos e desaparecimentos forçados, desmontando as mentiras oficiais do regime militar. Esse documento foi essencial para a construção da narrativa do filme.
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Dilma encerrou suas publicações afirmando que a conquista do filme representa uma vitória simbólica para o Brasil, honrando aqueles que perderam suas vidas na luta contra a ditadura e fortalecendo a defesa da democracia.
"Trata-se de uma vitória internacional histórica, que honra os que se foram e reverencia aqueles que ainda estão aqui, defendendo a democracia e combatendo o fascismo"
A ex-presidenta, que foi presa e torturada pela ditadura militar, sempre ressaltou a importância de preservar a memória histórica para evitar que os crimes do passado se repitam. Para ela, "Ainda Estou Aqui" reforça o papel do cinema como ferramenta de resistência e justiça.
"Meus aplausos a todos que tornaram esse filme possível."
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Com informações do X
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]
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"O Oscar para ’Ainda Estou Aqui’ é um reconhecimento da força da cultura brasileira e uma homenagem merecida ao nosso cinema, ao diretor Walter Salles, às atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, ao ator Selton Mello e a toda a equipe do filme", escreveu Dilma.
Dilma lembrou que o filme, baseado na luta de Eunice Paiva para buscar justiça pelo desaparecimento e assassinato de seu marido, Rubens Paiva, conta com as revelações trazidas pela Comissão Nacional da Verdade (CNV). Criada em 2011, durante seu governo, a comissão revelou detalhes sobre as atrocidades cometidas pelo Estado brasileiro, incluindo o caso de Rubens Paiva.
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"É motivo de orgulho saber que a história de Rubens Paiva e Eunice Paiva pôde ser contada graças ao trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que criei durante meu governo para investigar os crimes da ditadura"
O relatório final da CNV, publicado em 2014, comprovou centenas de casos de assassinatos e desaparecimentos forçados, desmontando as mentiras oficiais do regime militar. Esse documento foi essencial para a construção da narrativa do filme.
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Dilma encerrou suas publicações afirmando que a conquista do filme representa uma vitória simbólica para o Brasil, honrando aqueles que perderam suas vidas na luta contra a ditadura e fortalecendo a defesa da democracia.
"Trata-se de uma vitória internacional histórica, que honra os que se foram e reverencia aqueles que ainda estão aqui, defendendo a democracia e combatendo o fascismo"
A ex-presidenta, que foi presa e torturada pela ditadura militar, sempre ressaltou a importância de preservar a memória histórica para evitar que os crimes do passado se repitam. Para ela, "Ainda Estou Aqui" reforça o papel do cinema como ferramenta de resistência e justiça.
"Meus aplausos a todos que tornaram esse filme possível."
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O Oscar de Melhor Filme Internacional para Ainda Estou Aqui é um reconhecimento da força da cultura brasileira. Uma homenagem merecida ao nosso cinema, ao diretor Walter Salles, às atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, ao ator Selton Mello e a toda a equipe do filme.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) March 3, 2025
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Com informações do X
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Fonte: PlantãoBrasil

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