Esquerda do Equador rejeita resultado e fala em golpe eleitoral

O ex-presidente Rafael Correa denunciou nas redes sociais uma possível "megafraude" no segundo turno das eleições do Equador, realizado neste domingo (14). A vitória do presidente de extrema-direita Daniel Noboa, reeleito com 55,75% dos votos contra os 44,25% de Luisa González, da Revolução Cidadã, foi recebida com indignação por setores da esquerda equatoriana e questionamentos sobre a lisura do processo.
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Correa afirmou que, historicamente, sempre reconheceu vitórias legítimas dos adversários, mas destacou que desta vez a situação é diferente. Segundo ele, os números apresentados são estatisticamente “impossíveis”, pois Luisa González teria obtido praticamente a mesma votação do primeiro turno, o que contraria todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas até a véspera da eleição. “Cometeram uma megafraude, mas foram longe demais”, escreveu o ex-presidente no X.
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A candidata derrotada também se recusou a reconhecer o resultado e classificou a disputa como uma “fraude grotesca”. Em discurso contundente, ela responsabilizou o governo autoritário de Daniel Noboa, que comanda o país sob estado de exceção e repressão, por manipular o processo eleitoral em benefício próprio. “Estamos enfrentando a pior fraude eleitoral da nossa história”, afirmou.
O silêncio do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) diante das denúncias levantou ainda mais suspeitas. Apoiadores da Revolução Cidadã também denunciaram irregularidades e manipulações, e destacam que o resultado anunciado está completamente desconectado das projeções dos principais institutos de pesquisa.
Rafael Correa, que lidera o movimento progressista do Equador e atualmente vive exilado na Bélgica, reforçou que não se calará diante do que considera um ataque à democracia. Segundo ele, o uso das instituições eleitorais para favorecer o governo revela o grau de degradação política que o país atravessa desde o afastamento de governos populares.
O processo, agora sob suspeita, reacende o alerta para a escalada autoritária no país vizinho. A esquerda equatoriana promete seguir mobilizada, cobrando transparência, investigação independente e respeito à vontade popular.
Com informações do DCM
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Correa afirmou que, historicamente, sempre reconheceu vitórias legítimas dos adversários, mas destacou que desta vez a situação é diferente. Segundo ele, os números apresentados são estatisticamente “impossíveis”, pois Luisa González teria obtido praticamente a mesma votação do primeiro turno, o que contraria todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas até a véspera da eleição. “Cometeram uma megafraude, mas foram longe demais”, escreveu o ex-presidente no X.
Pueblo ecuatoriano:
— Rafael Correa (@MashiRafael) April 14, 2025
Ustedes saben que, a diferencia de nuestros adversarios, siempre hemos aceptado la victoria del oponente cuando ha sido limpia.
Esta vez NO lo es.
Estadísticamente es IMPOSIBLE el resultado. Luisa sacaría prácticamente los mismos votos que en la primera… pic.twitter.com/OzRG2mUoXV
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A candidata derrotada também se recusou a reconhecer o resultado e classificou a disputa como uma “fraude grotesca”. Em discurso contundente, ela responsabilizou o governo autoritário de Daniel Noboa, que comanda o país sob estado de exceção e repressão, por manipular o processo eleitoral em benefício próprio. “Estamos enfrentando a pior fraude eleitoral da nossa história”, afirmou.
???? Luisa González, candidata de esquerda derrotada nas eleições de hoje no Equador, afirmou que não reconhecerá o resultado declarado pelo órgão eleitoral do país.
— Eixo Político (@eixopolitico) April 14, 2025
Ela denunciou um “fraude grotesca” e prometeu que a sua coligação pedirá a recontagem dos votos. pic.twitter.com/F98mgGrUOK
O silêncio do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) diante das denúncias levantou ainda mais suspeitas. Apoiadores da Revolução Cidadã também denunciaram irregularidades e manipulações, e destacam que o resultado anunciado está completamente desconectado das projeções dos principais institutos de pesquisa.
Rafael Correa, que lidera o movimento progressista do Equador e atualmente vive exilado na Bélgica, reforçou que não se calará diante do que considera um ataque à democracia. Segundo ele, o uso das instituições eleitorais para favorecer o governo revela o grau de degradação política que o país atravessa desde o afastamento de governos populares.
O processo, agora sob suspeita, reacende o alerta para a escalada autoritária no país vizinho. A esquerda equatoriana promete seguir mobilizada, cobrando transparência, investigação independente e respeito à vontade popular.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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