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Hong Kong rompe com EUA e aponta "intimidação abusiva" de Trump

A política comercial beligerante de Donald Trump continua espalhando seus efeitos nocivos pelo mundo. Desta vez, a vítima foi Hong Kong, que anunciou a suspensão do envio de encomendas para os Estados Unidos após o governo americano extinguir uma importante isenção tarifária. A decisão de Trump, que impõe uma tarifa de até 120% sobre remessas pequenas, foi classificada por autoridades de Hong Kong como “intimidadora, abusiva e injustificável”.
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O rompimento do serviço postal com os EUA evidencia o agravamento das tensões comerciais causadas pelo extremismo econômico do republicano. A medida já impacta severamente o comércio entre os dois territórios. A partir de 2 de maio, os pacotes estarão sujeitos a tarifas escorchantes que podem chegar a US$ 200 por item, medida vista como tentativa desesperada de Trump de alimentar sua retórica nacionalista.

O chefe do Executivo de Hong Kong, John Lee, denunciou o que chamou de “obsessão dos EUA em atacar China e Hong Kong” e anunciou que o território vai acionar a Organização Mundial do Comércio contra o governo americano. Segundo ele, a política de Trump é um exemplo escancarado de hegemonia disfarçada de patriotismo, usando o comércio como arma política.
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Essa nova escalada se soma a outras decisões desastrosas adotadas por Trump desde seu retorno à Casa Branca. Seus tarifaços vêm prejudicando não apenas aliados comerciais dos EUA, mas também a economia global. No caso de Hong Kong, a população agora terá que recorrer a serviços privados como DHL e FedEx, arcando com custos adicionais provocados por uma política externa irresponsável.
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Com informações da CNN

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