Gilvan da Federal pode perder mandato por discurso de ódio contra Gleisi

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados solicitou a suspensão cautelar, por seis meses, do mandato do deputado bolsonarista Gilvan da Federal (PL-ES), após ofensas gravíssimas dirigidas à ministra das Relações Institucionais e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT). O pedido foi encaminhado ao Conselho de Ética da Casa, que tem até três dias úteis para decidir. Caso contrário, o tema será levado ao plenário.
Durante uma audiência da Comissão de Segurança Pública, Gilvan usou uma suposta planilha da Odebrecht para proferir ataques misóginos, insinuando que Gleisi teria o apelido de “Amante” e afirmando que tal pessoa seria “uma prostituta do caramba”. A fala gerou forte reação da Corregedoria Parlamentar, que agiu de ofício diante do desrespeito flagrante à dignidade parlamentar.
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Assista ao vídeo:
A Mesa Diretora da Câmara considerou que Gilvan abusou das prerrogativas do cargo e fez declarações “ultrajantes, desonrosas e depreciativas” contra a ministra. A representação, assinada por cinco membros da direção da Casa, incluindo o presidente em exercício Hugo Motta (Republicanos-PB), destaca que o bolsonarista extrapolou qualquer limite de liberdade de expressão.
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O episódio marca a primeira aplicação do novo rito de punição acelerada adotado sob a gestão de Arthur Lira, o que indica um crescente incômodo até mesmo entre aliados com a escalada de agressões verbais da extrema direita. A conduta de Gilvan não apenas ofende Gleisi, mas atinge o decoro e a imagem da Câmara como instituição.
Vale lembrar que o mesmo parlamentar já havia causado indignação anteriormente ao desejar a morte do presidente Lula, o que levou a AGU a intervir e exigir retratação. A reincidência nas ofensas deixa evidente que Gilvan faz uso do cargo para disseminar ódio, violência política de gênero e ataques antidemocráticos.
Veja:
Se a Câmara quer preservar sua legitimidade, a punição ao deputado deve ser exemplar. A impunidade é combustível para a barbárie bolsonarista.
Com informações do DCM
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Durante uma audiência da Comissão de Segurança Pública, Gilvan usou uma suposta planilha da Odebrecht para proferir ataques misóginos, insinuando que Gleisi teria o apelido de “Amante” e afirmando que tal pessoa seria “uma prostituta do caramba”. A fala gerou forte reação da Corregedoria Parlamentar, que agiu de ofício diante do desrespeito flagrante à dignidade parlamentar.
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Assista ao vídeo:
Gilvan da Federal é símbolo do que significa a ascensão da extrema-direita na política. Vai ter o mandato suspenso por essa ofensa abjeta mostrada no vídeo. Um sujeito que não consegue falar duas frases sem ofender alguém. Em condições normais, jamais seria representante público. pic.twitter.com/0JEvIm32rW
— Rogério Tomaz Jr. (@rogeriotomazjr) May 1, 2025
A Mesa Diretora da Câmara considerou que Gilvan abusou das prerrogativas do cargo e fez declarações “ultrajantes, desonrosas e depreciativas” contra a ministra. A representação, assinada por cinco membros da direção da Casa, incluindo o presidente em exercício Hugo Motta (Republicanos-PB), destaca que o bolsonarista extrapolou qualquer limite de liberdade de expressão.
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O episódio marca a primeira aplicação do novo rito de punição acelerada adotado sob a gestão de Arthur Lira, o que indica um crescente incômodo até mesmo entre aliados com a escalada de agressões verbais da extrema direita. A conduta de Gilvan não apenas ofende Gleisi, mas atinge o decoro e a imagem da Câmara como instituição.
Vale lembrar que o mesmo parlamentar já havia causado indignação anteriormente ao desejar a morte do presidente Lula, o que levou a AGU a intervir e exigir retratação. A reincidência nas ofensas deixa evidente que Gilvan faz uso do cargo para disseminar ódio, violência política de gênero e ataques antidemocráticos.
Veja:
?? "Eu quero que o Lula morra", diz deputado do PL
— Metrópoles (@Metropoles) April 9, 2025
Gilvan da Federal (PL-ES) é relator de um projeto que pretende desarmar a segurança pessoal do presidente Lula
Leia: https://t.co/wJJKnn7cGJ pic.twitter.com/u5Yr9MF6GE
Se a Câmara quer preservar sua legitimidade, a punição ao deputado deve ser exemplar. A impunidade é combustível para a barbárie bolsonarista.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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