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Novo papa Leão XIV já criticou racismo nos EUA e confrontou vice de Trump

O novo papa Leão XIV, nome adotado por Robert Prevost, demonstrou firme posicionamento contra o racismo e a violência policial nos Estados Unidos. Em 2020, quando o mundo se revoltava com o assassinato brutal de George Floyd, um homem negro morto por um policial branco, Prevost se manifestou nas redes sociais em solidariedade à vítima e sua família, chamando à união espiritual diante da barbárie.
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George Floyd foi assassinado após o policial Derek Chauvin ajoelhar-se em seu pescoço por mais de nove minutos, mesmo com o homem imobilizado e dizendo que não conseguia respirar. A cena, registrada em vídeo, escancarou o racismo estrutural das forças de segurança dos EUA, e chocou o planeta. Enquanto setores conservadores tentavam minimizar o episódio, Prevost elevava a voz em defesa da justiça.

Em sua publicação de 30 de maio de 2020, o então cardeal clamava: “Continuamos a orar por George Floyd e sua família. Em sua homenagem, conforme nos preparamos para o dia de Pentecostes, pedimos para que o Espírito Santo nos una nesse momento.” A atitude revela um compromisso com os princípios cristãos autênticos, distantes do reacionarismo que domina parte da direita mundial.

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Não bastasse isso, o agora papa Leão XIV também fez críticas contundentes ao atual vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, conhecido por seu alinhamento com ideias conservadoras e segregadoras. Ao rebater uma declaração polêmica de Vance, Prevost foi direto: “J.D. Vance está errado, Jesus Cristo não pede para ranquearmos o amor pelos outros.” A fala foi acompanhada do compartilhamento de um artigo católico que também criticava o político.


A postura de Leão XIV revela um papa conectado aos valores universais de igualdade, empatia e justiça social — características que o aproximam do legado progressista de Francisco. Num mundo ameaçado por ondas de ódio e intolerância, a liderança espiritual que se ergue no Vaticano envia um recado claro contra o racismo e em favor da dignidade humana.

O papa já demonstra que seu pontificado pode ser mais um pilar no enfrentamento das injustiças sociais, especialmente em tempos de crescimento da extrema direita no mundo. Um alento para quem ainda acredita na fé como força de transformação.

Com informações da Fórum

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Fonte: Plantão Brasil

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