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Governo dos EUA ataca soberania da Venezuela com alerta absurdo que provoca pânico

Em mais uma demonstração de hostilidade à soberania da Venezuela, os Estados Unidos emitiram um comunicado nesta segunda-feira (12) orientando seus cidadãos a não viajarem ao país sul-americano, alegando "perigo extremo". O governo norte-americano também pediu que os norte-americanos que estejam na Venezuela deixem o território imediatamente, acenando com o velho discurso do medo.

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Segundo o Departamento de Estado dos EUA, os riscos para cidadãos americanos incluem detenção arbitrária, tortura, terrorismo, sequestro e infraestrutura precária. A recomendação classifica a Venezuela no nível mais alto de alerta (“não viajar”), reforçando a retórica intervencionista que Washington adota desde que Nicolás Maduro se manteve no poder, apesar das tentativas fracassadas de desestabilização promovidas pelo imperialismo.

Desde 2019, os EUA encerraram suas atividades diplomáticas em Caracas, abandonando qualquer via de diálogo. O comunicado também admite que não têm meios de prestar assistência consular a cidadãos presos no país, sugerindo que americanos detidos enfrentariam tortura e punições desumanas — uma acusação sem provas concretas, sustentada por relatos de ex-detentos e ONGs alinhadas a interesses ocidentais.
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O tom alarmista do texto chega a recomendar que quem insistir em ir ao país prepare um testamento, contrate segurança privada e não conte com nenhum tipo de ajuda do governo norte-americano, num claro exagero voltado a alimentar o medo e desestimular qualquer contato com o governo de Maduro.

A medida se insere num contexto mais amplo de tensão entre EUA e Venezuela, no qual Washington busca manter a pressão sobre o país que ousou resistir à imposição de um governo fantoche e a políticas neoliberais que arrasaram outras nações latino-americanas. O endurecimento da retórica também serve a interesses eleitorais, especialmente com a aproximação das eleições presidenciais nos EUA.

A Venezuela, por sua vez, segue firme em sua reconstrução econômica, aprofundando laços com parceiros estratégicos como China, Rússia, Irã e países do Sul Global. Enquanto isso, os EUA insistem em uma política externa anacrônica que isola cada vez mais sua diplomacia da realidade multipolar.
Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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