Bolsonaro espalha fake news sobre malas de Janja e pode ser processado

A Advocacia-Geral da União (AGU) vai acionar judicialmente os responsáveis pela propagação de uma nova mentira bolsonarista contra a primeira-dama Janja Lula da Silva. A fake news, publicada pelo deputado Bruno Engler (PL-MG) e endossada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, acusava Janja de ter levado “200 malas” em viagem oficial à Rússia. A publicação, claramente difamatória, já está sob análise da AGU, que avalia medidas nas esferas cível e administrativa.
Veja:
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A acusação absurda foi desmentida até mesmo pela inteligência artificial Grok, do X (antigo Twitter), que alertou não haver qualquer evidência para sustentar tal alegação. Ainda assim, a postagem continua disponível, contribuindo para o ciclo de desinformação promovido por setores extremistas que se alimentam de calúnias para atacar o governo Lula.
O objetivo da fake news, além de atingir pessoalmente a primeira-dama, foi tentar vincular a comitiva presidencial ao escândalo de fraudes no INSS — uma manobra desesperada da extrema direita, que tenta desviar o foco do envolvimento de bolsonaristas nos esquemas criminosos revelados pela Polícia Federal.
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A AGU tem atuado com firmeza para proteger agentes públicos contra campanhas de difamação. No caso de Janja, o órgão federal já havia determinado a divulgação de sua agenda oficial, como forma de assegurar transparência e desmontar qualquer narrativa mentirosa usada pela oposição.
A ofensiva bolsonarista contra a primeira-dama não é nova. Desde o início do governo Lula, Janja tem sido alvo de ataques misóginos e infundados por parte da militância digital da extrema direita. A diferença agora é que o governo age de forma institucional para responsabilizar os propagadores de mentiras.
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Mais do que um ataque à primeira-dama, a fake news representa um ataque à verdade e à democracia. A responsabilização de seus autores será essencial para frear a indústria da mentira e proteger a integridade do debate público no Brasil.
Com informações do DCM
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Veja:
200 malas, e a nossa @policiafederal preocupada em prender a moça do batom… pic.twitter.com/yS9oPh5b6p
— Bruno Engler (@BrunoEnglerDM) May 13, 2025
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@grok não encontro em nenhum lugar algo que confirme que a primeira-dama tenha viajado com 200 malas! Será que isso é verdade, e se for, qual é o crime que ela cometeu?
— Gilmar Lopes (@efarsas) May 13, 2025
A acusação absurda foi desmentida até mesmo pela inteligência artificial Grok, do X (antigo Twitter), que alertou não haver qualquer evidência para sustentar tal alegação. Ainda assim, a postagem continua disponível, contribuindo para o ciclo de desinformação promovido por setores extremistas que se alimentam de calúnias para atacar o governo Lula.
O objetivo da fake news, além de atingir pessoalmente a primeira-dama, foi tentar vincular a comitiva presidencial ao escândalo de fraudes no INSS — uma manobra desesperada da extrema direita, que tenta desviar o foco do envolvimento de bolsonaristas nos esquemas criminosos revelados pela Polícia Federal.
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A AGU tem atuado com firmeza para proteger agentes públicos contra campanhas de difamação. No caso de Janja, o órgão federal já havia determinado a divulgação de sua agenda oficial, como forma de assegurar transparência e desmontar qualquer narrativa mentirosa usada pela oposição.
A ofensiva bolsonarista contra a primeira-dama não é nova. Desde o início do governo Lula, Janja tem sido alvo de ataques misóginos e infundados por parte da militância digital da extrema direita. A diferença agora é que o governo age de forma institucional para responsabilizar os propagadores de mentiras.
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Mais do que um ataque à primeira-dama, a fake news representa um ataque à verdade e à democracia. A responsabilização de seus autores será essencial para frear a indústria da mentira e proteger a integridade do debate público no Brasil.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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