STF julga núcleo militar que queria invadir, matar e instalar ditadura bolsonarista

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal inicia nesta terça-feira (20) o julgamento da denúncia contra o chamado Núcleo 3 da tentativa de golpe bolsonarista. Composto por 11 militares do Exército e um agente da Polícia Federal, o grupo é acusado de planejar ataques para impedir a posse do presidente Lula e sabotar a democracia brasileira, chegando a cogitar até assassinatos de autoridades.
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Segundo a Procuradoria-Geral da República, os envolvidos integravam o braço tático do plano golpista. Eles pressionaram comandos militares, planejaram ações violentas e monitoraram alvos políticos. As acusações incluem tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, destruição de patrimônio e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.
Um dos principais nomes é o agente da PF Wladimir Matos Soares, que trabalhou na segurança do presidente Lula durante a transição. De acordo com a Polícia Federal, ele repassou informações sensíveis à rede bolsonarista e chegou a declarar, em áudios, que estavam preparados para prender Alexandre de Moraes e “matar meio mundo de gente”. Em outro trecho, defendeu que alguém “tinha que ter tido a cabeça cortada”.
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Ouça o áudio:
As investigações revelaram ainda que o plano incluía figuras como o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin e até uma tentativa de envenenamento. Reuniões secretas, produção de documentos golpistas e tentativas de coação contra o Alto Comando do Exército fizeram parte do esquema criminoso.
O julgamento é mais uma etapa do cerco judicial aos responsáveis pela conspiração bolsonarista. Caso a denúncia seja aceita, os 12 membros do Núcleo 3 se tornarão réus, ampliando o número de militares e agentes federais formalmente acusados. O STF já aceitou denúncias contra outros núcleos, que envolvem inclusive Jair Bolsonaro e Braga Netto.
Entre os acusados estão coronéis, tenentes-coronéis, generais e o próprio Wladimir Soares. O nome dos envolvidos confirma que o golpe era articulado desde dentro do Estado, com a cumplicidade de membros das Forças Armadas e da segurança pública.
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Esses são os envolvidos do Núcleo 3:
-Bernardo Correa Netto, coronel preso na operação Tempus Veritatis, da Polícia Federal;
-Cleverson Ney, coronel da reserva e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres;
-Estevam Theophilo, general da reserva e ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército;
-Fabrício Moreira de Bastos, coronel do Exército e supostamente envolvido com carta de teor golpista;
-Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel do Exército;
-Márcio Nunes de Resende Júnior, coronel do Exército;
-Nilton Diniz Rodrigues, general do Exército;
-Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel e integrante do grupo “kids pretos”;
-Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel do Exército;
-Ronald Ferreira de Araújo Junior, tenente-coronel do Exército acusado de participar de discussões sobre minuta golpista;
-Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, tenente-coronel;
-Wladimir Matos Soares, agente da Polícia Federal.
Com informações do DCM
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Segundo a Procuradoria-Geral da República, os envolvidos integravam o braço tático do plano golpista. Eles pressionaram comandos militares, planejaram ações violentas e monitoraram alvos políticos. As acusações incluem tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, destruição de patrimônio e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.
Um dos principais nomes é o agente da PF Wladimir Matos Soares, que trabalhou na segurança do presidente Lula durante a transição. De acordo com a Polícia Federal, ele repassou informações sensíveis à rede bolsonarista e chegou a declarar, em áudios, que estavam preparados para prender Alexandre de Moraes e “matar meio mundo de gente”. Em outro trecho, defendeu que alguém “tinha que ter tido a cabeça cortada”.
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Ouça o áudio:
??VÍDEO: Áudios revelam policial baiano dizendo para prender ministros e “matar meio mundo” em 8/1
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) May 15, 2025
Confira???? pic.twitter.com/xwZxe1ocmt
As investigações revelaram ainda que o plano incluía figuras como o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin e até uma tentativa de envenenamento. Reuniões secretas, produção de documentos golpistas e tentativas de coação contra o Alto Comando do Exército fizeram parte do esquema criminoso.
O julgamento é mais uma etapa do cerco judicial aos responsáveis pela conspiração bolsonarista. Caso a denúncia seja aceita, os 12 membros do Núcleo 3 se tornarão réus, ampliando o número de militares e agentes federais formalmente acusados. O STF já aceitou denúncias contra outros núcleos, que envolvem inclusive Jair Bolsonaro e Braga Netto.
Entre os acusados estão coronéis, tenentes-coronéis, generais e o próprio Wladimir Soares. O nome dos envolvidos confirma que o golpe era articulado desde dentro do Estado, com a cumplicidade de membros das Forças Armadas e da segurança pública.
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Esses são os envolvidos do Núcleo 3:
-Bernardo Correa Netto, coronel preso na operação Tempus Veritatis, da Polícia Federal;
-Cleverson Ney, coronel da reserva e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres;
-Estevam Theophilo, general da reserva e ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército;
-Fabrício Moreira de Bastos, coronel do Exército e supostamente envolvido com carta de teor golpista;
-Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel do Exército;
-Márcio Nunes de Resende Júnior, coronel do Exército;
-Nilton Diniz Rodrigues, general do Exército;
-Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel e integrante do grupo “kids pretos”;
-Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel do Exército;
-Ronald Ferreira de Araújo Junior, tenente-coronel do Exército acusado de participar de discussões sobre minuta golpista;
-Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, tenente-coronel;
-Wladimir Matos Soares, agente da Polícia Federal.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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