China reage a provocação dos EUA e manda recado: "Não brinquem com fogo!"

A China respondeu com firmeza às declarações do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, e advertiu Washington a “não brincar com fogo” em relação a Taiwan. A tensão se intensificou após o discurso de Hegseth no Diálogo de Shangri-La, fórum asiático de segurança realizado em Cingapura.
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Durante sua fala, o representante do governo Trump acusou Pequim de se preparar para uma ação militar na região e conclamou aliados como a Austrália a aumentarem seus investimentos em defesa. Hegseth classificou a China como uma ameaça “real e iminente”, insinuando a possibilidade de invasão a Taiwan.
Em resposta, o governo chinês afirmou que Taiwan é uma questão interna e que qualquer interferência externa representa violação grave da soberania do país. “Os EUA não devem alimentar ilusões sobre usar Taiwan para conter a China”, advertiu o Ministério das Relações Exteriores chinês.
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Pequim também denunciou a presença militar dos EUA na Ásia-Pacífico como fator de instabilidade, responsabilizando Washington por transformar a região em um “barril de pólvora”. A nota oficial reforçou que o envio de armas e a militarização do Mar do Sul da China intensificam os riscos de conflito.
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Taiwan tem governo autônomo e rejeita a soberania chinesa, mas Pequim insiste que a ilha deve ser reunificada ao território continental, inclusive por meios militares, se necessário. A situação, que já é sensível, voltou a escalar diante da retórica agressiva dos Estados Unidos.
A advertência pública da China expõe mais uma vez o caráter provocador do governo Trump, que busca desestabilizar o equilíbrio geopolítico global em nome de interesses estratégicos próprios. Para Pequim, o recado é claro: haverá reação a qualquer tentativa de confronto.
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Com informações da Al Jazeera
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Fonte: PlantãoBrasil

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