Política

PF revela que delegado de Ramagem mandou queimar provas da Abin Paralela

A Polícia Federal revelou, em seu relatório final, mais um grave episódio envolvendo a chamada Abin Paralela, criada durante o governo Bolsonaro. O delegado Carlos Afonso Coelho, ligado diretamente ao ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, ordenou a queima de documentos estratégicos, mesmo já sendo investigado por participar do esquema de espionagem ilegal.
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Segundo a PF, a destruição ocorreu em 22 de janeiro de 2024, dentro do hangar da própria Polícia Federal em Brasília, na véspera de uma operação de busca e apreensão. A ordem, segundo os investigadores, representa uma tentativa deliberada de eliminar provas que comprometem o bolsonarismo, especialmente documentos relacionados à segurança das urnas eletrônicas e ao sistema de espionagem ilegal conhecido como First Mile.

Peritos da PF conseguiram recuperar parte dos materiais destruídos. Entre os documentos resgatados, estava um arquivo digital com informações sensíveis sobre as urnas eletrônicas, datado de 2020, período em que Bolsonaro e seus aliados intensificavam os ataques infundados contra o sistema eleitoral brasileiro.
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O relatório da PF é contundente: houve uma ação coordenada, criminosa e intencional para destruir provas, configurando mais um capítulo do uso ilegal das instituições públicas para fins autoritários durante o governo Bolsonaro. Enquanto isso, o governo Lula reafirma seu compromisso com a transparência, a democracia e o fortalecimento das instituições republicanas, colocando fim ao aparelhamento criminoso herdado do bolsonarismo.
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Com informações do Metrópoles

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Fonte: PlantãoBrasil

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