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Diplomacia do governo Lula faz com que EUA recuem. Trump pode adiar tarifaço contra o Brasil

A atuação firme da diplomacia brasileira começa a surtir efeito. O encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, admitiu que a tarifa de 50% anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump contra produtos brasileiros pode ser adiada. O comunicado foi feito durante reunião com o senador Randolfe Rodrigues, líder do governo Lula no Congresso.
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O tarifaço de Trump, previsto para começar em 1º de agosto, foi duramente criticado por empresários brasileiros e por autoridades políticas, principalmente diante do risco de prejuízos bilionários ao agronegócio e à indústria nacional. Ao longo do encontro, Randolfe deixou claro que o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro não representa o Parlamento brasileiro e que suas falas extremistas não têm respaldo institucional.

Escobar foi informado de que os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, também rejeitam os ataques de Eduardo Bolsonaro às instituições nacionais, principalmente após sua autoimposição no exílio nos EUA. A postura do bolsonarismo tem gerado incômodo crescente até mesmo entre setores conservadores, diante dos efeitos econômicos negativos das ações trumpistas.
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O governo Lula, ao contrário do que faria a extrema-direita, age com responsabilidade. Vem articulando com diplomatas, parlamentares e organismos internacionais uma resposta sólida e pacífica, com foco na proteção da economia brasileira e na preservação das relações comerciais. O Planalto já deixou claro que não aceitará imposições que prejudiquem a soberania nacional.

A admissão de que o tarifaço pode ser revisto ou adiado é uma vitória parcial, mas importante, da articulação diplomática comandada por Lula. Mostra que, diferentemente da submissão ideológica bolsonarista a Trump, o atual governo pauta-se por relações internacionais equilibradas, baseadas no respeito mútuo e nos interesses do povo brasileiro.

O isolamento político de Eduardo Bolsonaro nos EUA e sua defesa absurda de anistia aos golpistas, enquanto o país luta contra sanções, apenas reforça o abismo entre o extremismo bolsonarista e o compromisso democrático do governo Lula.

Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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