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Lula denuncia nova face do fascismo e defende justiça social em discurso histórico no Chile

Em evento realizado nesta segunda-feira (21) em Santiago, no Chile, o presidente Lula fez um dos discursos mais firmes e emocionantes de seu terceiro mandato. Diante de movimentos sociais e lideranças internacionais, Lula denunciou as novas estratégias da extrema direita global, defendeu justiça social como pilar da democracia e reafirmou o protagonismo do Brasil na luta contra a fome, a desigualdade e a destruição ambiental.
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Lula alertou que os ataques à democracia não são mais feitos com tanques, mas com algoritmos, fake news e chantagens econômicas. Disse que a extrema direita promove uma “guerra cultural” e tenta corroer as instituições por dentro. Para o presidente, o golpe militar contra Salvador Allende, há 52 anos, serve de alerta para os tempos atuais.

Lula foi direto:
-Denunciou o uso da economia como arma de chantagem
-Criticou os ataques da extrema direita ao STF e à soberania dos povos
-Defendeu que democracia é também igualdade social, não só voto
-Alertou para o risco da fome e da pobreza como ameaças à paz

O presidente destacou que mais de 730 milhões de pessoas passam fome num mundo onde não falta alimento, mas sobra desigualdade. Reafirmou o compromisso do Brasil, sob sua presidência do G20, com a criação de uma Aliança Internacional contra a Fome, e exigiu que os super-ricos paguem sua parte. “Não há democracia com fome nem justiça com desigualdade”, declarou.
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Lula também convocou os países a se unirem por uma transição ecológica justa, criticando o legado destrutivo da exploração mineral e defendendo os biomas amazônico e latino-americanos. Ele reafirmou o compromisso brasileiro com a COP-30, que será realizada em Belém do Pará, como símbolo de um novo modelo de desenvolvimento.

Encerrando o discurso, Lula fez um apelo pela paz mundial, condenou os massacres em Gaza e na Ucrânia e exigiu regulação das plataformas digitais: “Liberdade de expressão não é liberdade para atacar”. Ao citar a artista chilena Violeta Parra, afirmou: “Quem tem uma causa não envelhece. A história prova que nenhum retrocesso resiste ao povo mobilizado”.
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Assista:


Com informações do Brasil 247

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Fonte: Plantão Brasil

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