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Starmer, premiê britânico, se ajoelha diante de Trump e revolta o Reino Unido

O primeiro-ministro britânico Keir Starmer protagonizou nesta segunda-feira (28) uma cena vexatória: viajou até o luxuoso campo de golfe de Donald Trump, na Escócia, para tratar de temas como tarifas comerciais, Gaza e imigração — e acabou humilhado pelo presidente dos Estados Unidos. A imagem do encontro, que parecia mais uma cerimônia de reverência do que uma reunião de Estado, gerou indignação no Reino Unido.
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Mesmo em solo britânico, Starmer agiu como um subordinado diante do republicano. Ao lado da esposa Victoria — que no passado participou de protestos contra Trump — o premiê adotou uma postura passiva, enquanto Trump ditava o tom. A primeira-dama sequer abriu a boca durante o encontro, reforçando a imagem de submissão. A visita, embora classificada como privada, serviu para Trump reforçar sua agenda ideológica em território europeu.


Trump, que isentou o Reino Unido do tarifaço de 50% imposto ao Brasil, ainda mantém uma sobretaxa de 25% sobre aço e alumínio britânicos. Para conseguir alguma redução, Starmer teria aceitado abrir mais o mercado inglês à carne bovina e ao etanol dos EUA — concessões que enfrentam forte oposição entre trabalhadores da indústria e agricultores.

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O desgaste interno de Starmer se agrava diante da pressão para que seu governo reconheça oficialmente o Estado da Palestina, como já indicou o presidente francês Emmanuel Macron. Mais de 220 parlamentares britânicos, inclusive da base do governo, exigem uma resposta firme até a Assembleia Geral da ONU, em setembro.

Durante a coletiva, Trump atacou o prefeito de Londres, Sadiq Khan, chamando-o de “uma pessoa desagradável” e acusando-o de “fazer um trabalho horrível”. Starmer tentou minimizar, dizendo: “Ele é meu amigo, na verdade”. Mas foi solenemente ignorado. A cena viralizou como mais um sinal de sua fraqueza política diante do magnata norte-americano.


O comportamento servil do primeiro-ministro causou revolta. “É patético ver o chefe do governo britânico agir como um político de segunda classe em seu próprio país”, escreveu um cidadão nas redes sociais. Já a imagem de Victoria Starmer, silenciosa ao lado do homem que antes repudiava, simbolizou o preço que a nova direita europeia está disposta a pagar para agradar ao novo imperador global.

Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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