Poder360 apaga post com vídeo proibido de Bolsonaro, publicado em suas redes sociais

Um episódio escancarou mais uma tentativa do bolsonarismo de desafiar as instituições brasileiras. O site Poder360 publicou que Jair Bolsonaro “compartilhou em seus perfis nas redes sociais” um vídeo gravado em sua casa durante manifestações golpistas. O problema? Bolsonaro está proibido de usar redes sociais por decisão do Supremo Tribunal Federal — até por meio de terceiros. Pouco tempo depois da publicação, o portal apagou o post, como já havia feito Flávio Bolsonaro em situação semelhante.
Veja:

A postagem sumida foi flagrada pelo jornalista Fernando Borcardín, que registrou a movimentação e denunciou a manobra bolsonarista em seu perfil no X. A proibição a Bolsonaro é parte das medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, no inquérito que investiga a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Além do banimento das redes, Bolsonaro está impedido de manter contato com outros investigados e de participar de atos públicos.
Apesar disso, o ex-capitão apareceu por chamada de vídeo em uma manifestação na Avenida Paulista neste domingo (3), em plena afronta às decisões judiciais. A ligação foi feita por Nikolas Ferreira (PL-MG), que exibiu Bolsonaro ao vivo num carro de som, em meio a gritos contra o STF e cartazes pedindo prisão de ministros e exaltando Donald Trump.
Embora o uso de chamada de vídeo não esteja descrito literalmente nas medidas do Supremo, juristas apontam que a prática pode ser interpretada como violação das restrições. A Procuradoria-Geral da República ou partidos políticos podem acionar o STF para avaliar se houve quebra deliberada das determinações judiciais. Se for comprovado o descumprimento, o Judiciário poderá impor novas sanções, inclusive prisão preventiva.
A decisão caberá ao ministro Alexandre de Moraes, que tem conduzido com firmeza o processo contra o núcleo bolsonarista. Enquanto isso, o bolsonarismo tenta forçar os limites da Justiça com sua velha tática de vitimização e afronta institucional. Mas o cerco está se fechando, e a tentativa de manter o discurso golpista vivo nas ruas pode sair caro para Bolsonaro e sua turma.
Com informações do DCM
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Veja:

A postagem sumida foi flagrada pelo jornalista Fernando Borcardín, que registrou a movimentação e denunciou a manobra bolsonarista em seu perfil no X. A proibição a Bolsonaro é parte das medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, no inquérito que investiga a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Além do banimento das redes, Bolsonaro está impedido de manter contato com outros investigados e de participar de atos públicos.
Depois que questionei como Bolsonaro havia postado vídeo, se está proibido, o @Poder360 apagou o post? Por qual motivo? Para ajudar Bolsonaro? Esse é um perfil jornalístico ou o quê? De qualquer forma, temos em video, inclusive o fato de apagarem, caso a Justiça necessite. pic.twitter.com/R3n8rMJc1H
— ??WE THE PEOPLE ?? .•. (@Boscardin) August 4, 2025
Apesar disso, o ex-capitão apareceu por chamada de vídeo em uma manifestação na Avenida Paulista neste domingo (3), em plena afronta às decisões judiciais. A ligação foi feita por Nikolas Ferreira (PL-MG), que exibiu Bolsonaro ao vivo num carro de som, em meio a gritos contra o STF e cartazes pedindo prisão de ministros e exaltando Donald Trump.
"Tentaram calar um homem, mas levantaram milhões de vozes, Bolsonaro não pode falar, mas pode ouvir, nós te amamos" Nikolas Ferreira
— Luli (@crisdemarchii) August 3, 2025
Brasil Acima do STF #ForaLulaForaMoraes
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Embora o uso de chamada de vídeo não esteja descrito literalmente nas medidas do Supremo, juristas apontam que a prática pode ser interpretada como violação das restrições. A Procuradoria-Geral da República ou partidos políticos podem acionar o STF para avaliar se houve quebra deliberada das determinações judiciais. Se for comprovado o descumprimento, o Judiciário poderá impor novas sanções, inclusive prisão preventiva.
A decisão caberá ao ministro Alexandre de Moraes, que tem conduzido com firmeza o processo contra o núcleo bolsonarista. Enquanto isso, o bolsonarismo tenta forçar os limites da Justiça com sua velha tática de vitimização e afronta institucional. Mas o cerco está se fechando, e a tentativa de manter o discurso golpista vivo nas ruas pode sair caro para Bolsonaro e sua turma.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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