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LULA ENFRENTA EUA: Governo rechaça novo ataque americano e defende soberania: "Brasil não é colônia"

O governo Lula reagiu com firmeza a uma nova investida diplomática dos Estados Unidos contra o Brasil. Desta vez, a embaixada americana em Genebra criticou publicamente na Organização Mundial do Comércio (OMC) as políticas industriais brasileiras, classificando incentivos ao setor como "distorções de mercado". A acusação, feita durante revisão de políticas comerciais do Brasil, foi imediatamente rebatida pelo Itamaraty como uma interferência inaceitável na soberania nacional.
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Em nota oficial de forte tom, o Ministério das Relações Exteriores rejeitou "categoricamente as alegações infundadas" e destacou que medidas de apoio à indústria são legítimas e adotadas por "todas as nações desenvolvidas". O texto sublinha o direito do Brasil de proteger setores estratégicos e reduzir dependências históricas, especialmente após a pandemia. A resposta incluiu uma defesa explícita da autonomia: "Não aceitaremos lições de quem mantém subsídios bilionários em seus setores produtivos. O Brasil não é colônia".
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Analistas veem o episódio como parte de uma tensão crescente entre o projeto de reindustrialização brasileiro e interesses comerciais norte-americanos. Setores do governo destacam que a postura de Washington revela incomodo com iniciativas como o programa "Novo Indústria Brasil" e as compras públicas preferenciais para empresas nacionais. O embate ocorre semanas após Lula criticar o protecionismo de nações ricas em discurso no G20, reforçando que a resposta brasileira tem eixo claro: fortalecer alianças sul-globais enquanto resiste a pressões unilaterais.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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