Política · Segurança

Governo Lula reforça ações contra garimpo ilegal e intensifica proteção aos Yanomami

O governo Lula desencadeou uma ofensiva sem tréguas contra o garimpo ilegal na Terra Yanomami, mobilizando forças federais em operações que destruíram 300 balsas de mineração em apenas uma semana. O avanço criminoso – que avançou 300% sob Bolsonaro – está sendo combatido com ações integradas da Polícia Federal, Ibama e Forças Armadas em pontos críticos como o rio Uraricoera, onde helicópteros do Exército incineraram maquinários usados para extração predatória de ouro.
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Quinze garimpeiros foram presos em flagrante, enquanto pistas de pouso clandestinas usadas para escoar minério foram interditadas com explosivos. "Não há ambiguidade: é guerra total contra quem destrói a Amazônia e envenena crianças indígenas", declarou o ministro da Justiça, Flávio Dino, ao anunciar a prisão de dois financiadores identificados como "chefes do esquema". Investigações revelam que as máquinas apreendidas pertenciam a empresários de Rondônia ligados a deputados bolsonaristas.

Paralelamente, o Planalto ativa um resgate histórico dos Yanomami. Um comboio aéreo com 120 toneladas de alimentos já chegou a regiões onde 80% das crianças sofrem desnutrição aguda. Equipes médicas de emergência tratam vítimas de contaminação por mercúrio – herança direta dos rios assassinados pelo garimpo. "Estamos revertendo um genocídio permitido pelo governo anterior", denunciou a ministra Sônia Guajajara, ao entregar kits de água potável em Auaris.
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A estratégia inclui medidas de longo prazo: até dezembro, 10 bases militares permanentes serão instaladas na fronteira com a Venezuela, bloqueando rotas de garimpeiros armados. O orçamento para fiscalização ambiental saltou de R$ 29 milhões (2022) para R$ 218 milhões em 2025. "É a maior operação de proteção indígena deste século", celebrou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, enquanto dinamitava escavadeiras no coração da floresta.

Para analistas, a ação simboliza a ruptura com o projeto bolsonarista: "Onde o desgoverno anterior via commodities, Lula vê vidas humanas e soberania", define a antropóloga Ana Paula Caldeira. A resposta internacional reforça o apoio: a Noruega anunciou a retomada de repasses de R$ 1,2 bilhão ao Fundo Amazônia, congelados desde 2019. A mensagem é clara: enquanto garimpeiros fogem de Roraima, o Brasil reassume seu papel de guardião da floresta.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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