Tarcísio soube de tudo há 1 ano e nada fez contra PCC, agora tenta posar de herói

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, age como aquele padrinho que só aparece em momentos de festa, mas some quando o problema é real. Enquanto São Paulo mergulha em crises — auditor preso com propina bilionária, explosão do feminicídio e violência policial em alta de 61% — o governador permanece ausente.
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Agora, com a megaoperação federal que desbaratou uma quadrilha ligada ao PCC, envolvendo mais de mil postos de gasolina, usinas de álcool e até fundos da Faria Lima, Tarcísio tenta aparecer como protagonista. Mas a verdade é que a ação foi conduzida pela Polícia Federal, Receita e Ministério Público, não pelo governo estadual.
Pior: há mais de um ano Tarcísio já tinha conhecimento do esquema. Em maio de 2024, o jornalista Alberto Luchetti revelou que o governador falava abertamente sobre a rede de postos controlada pelo crime organizado. Na época, prometeu uma grande operação, mas nada fez.
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Seja por omissão, seja por excesso de fala, Tarcísio acabou servindo de alerta para os criminosos, que puderam se preparar após a exposição pública. Em qualquer hipótese, fica evidente que o governador não atuou para desmontar a quadrilha — preferiu esperar para tentar se apropriar do mérito de uma operação que não foi sua.
A postura do governador lembra a fêmea do cuco: deixa que outros façam o trabalho pesado e só aparece depois para reivindicar os frutos. O problema é que, enquanto Tarcísio se promove, São Paulo continua refém do PCC e da violência crescente.
Com informações da Fórum
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Fonte: Plantão Brasil

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