Política · Justiça

Carlos Bolsonaro e Ciro Nogueira tentam vitimizar Bolsonaro para salvar projeto golpista

Na reta final do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), aliados de Jair Bolsonaro voltaram a recorrer à velha cartilha da vitimização. O enredo da vez é o da suposta “saúde debilitada” do ex-presidente, usado como argumento indireto para empurrar a anistia dos crimes cometidos.
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Carlos Bolsonaro chegou a afirmar que o pai “não está bem, mas resiste”, alegando que ele sofre de refluxos e soluços constantes, além de depender de medicações “indispensáveis e extremamente controladas”. Já o ex-ministro Ciro Nogueira declarou que Bolsonaro estaria “muito triste e muito debilitado”.


É difícil acreditar nesse discurso, especialmente vindo de um grupo político que se notabilizou pela mentira e manipulação. O histórico do ex-capitão contamina qualquer tentativa de convencimento pela via da fragilidade física.
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Nogueira, inclusive, exagerou no tom, beirando a chantagem: “Sofre o tempo todo com soluço, passando mal, vomitando. Se botarem ele na cadeia, é porque querem matar o Bolsonaro. Eu espero que não exista esse espírito no Supremo, de querer matar o presidente”.

A estratégia é clara: tentar transformar o julgamento em uma suposta ameaça de “assassinato judicial”, buscando blindar um golpista condenado pela história. A saúde, nesse enredo farsesco, vira apenas cortina de fumaça — um recurso tosco para pressionar ministros e manipular a opinião pública em favor da anistia dos que atacaram a democracia.

Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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