Nikolas Ferreira incentiva caça política e demissões para quem criticar extrema direita

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O documento, assinado por dez parlamentares do PSOL, destaca que Nikolas usou as redes sociais para exigir a demissão de trabalhadores, atitude considerada abuso de direito e assédio laboral por convicções políticas, em flagrante desrespeito à Constituição. A representação também inclui o empresário Tallis Regence Coelho Gomes, que ajudou a divulgar a hashtag “DemitaExtremistas”, expondo ainda mais a face persecutória da extrema direita.
Entramos agora com ação no Ministério Público do Trabalho contra Nikolas Ferreira e os empresários que estão demitindo trabalhadores por postagens em redes sociais. São covardes e hipócritas!
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) September 17, 2025
Assinaram junto a ação: @ErikakHilton @taliriapetrone @pastorhenriquev @IvanValente… pic.twitter.com/GGVt3Hn1eU
Segundo os autores da ação, trata-se de uma ofensiva organizada para perseguir brasileiros com base em opiniões políticas. O comportamento de Nikolas revela não apenas intolerância, mas também a tentativa de impor o medo e calar trabalhadores que não se alinham ao bolsonarismo.
Entre os casos citados, o deputado pediu a demissão de um funcionário do Theatro Municipal de São Paulo e de Zazá Pecego, stylist sênior da Vogue Brasil, acusada injustamente de comemorar a morte de Kirk. Mesmo negando, Pecego foi desligada da empresa no dia 12. Nikolas ainda comemorou a dispensa de um médico em Recife, demonstrando o caráter de perseguição política.
A @voguebrasil tem conhecimento que seus funcionários como a Zazá Pecego fazem apologia ao crime e comemoram o assassinato de inocentes simplesmente por expressar suas ideias livremente, como @charliekirk1776?@voguemagazine Do you agree with that behavior also? pic.twitter.com/bJZtzRlhrL
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) September 12, 2025
Confrontado sobre a denúncia, Nikolas respondeu com deboche, mandando os deputados do PSOL “caçarem um lote para capinar”. Tallis, por sua vez, disse sentir orgulho de enfrentar ação judicial, alegando estar combatendo “extremismo”. Ele tentou justificar que comemorar mortes seria motivo para justa causa, ignorando o verdadeiro abuso: usar cargos e influência para perseguir trabalhadores por opinião.
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Esse episódio escancara mais uma vez a face autoritária do bolsonarismo, que tenta transformar perseguição política em regra e ameaça direta à democracia. É a prática de quem sempre atacou direitos, tentou calar opositores e nunca conviveu bem com liberdade de expressão.
A @voguebrasil tem conhecimento que seus funcionários como a Zazá Pecego fazem apologia ao crime e comemoram o assassinato de inocentes simplesmente por expressar suas ideias livremente, como @charliekirk1776?@voguemagazine Do you agree with that behavior also? pic.twitter.com/bJZtzRlhrL
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) September 12, 2025
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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