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Barroso diz que STF pode reagir às sanções dos EUA após julgamento de Bolsonaro

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, declarou que a Corte só deve avaliar uma eventual reação às sanções impostas pelos Estados Unidos após a conclusão dos recursos no processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em conversa com jornalistas, Barroso defendeu que o Brasil priorize uma solução diplomática antes de qualquer medida judicial, revelando que ministros têm mantido contato com interlocutores americanos para rebater a narrativa de "ditadura judicial". O magistrado também fez duras críticas aos envolvidos nos atos golpistas, afirmando que parte dos presos "não quer a pacificação do país".
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Barroso revelou ter se reunido com o presidente Lula, que demonstrou cautela otimista com a possibilidade de negociação direta com Donald Trump durante a Assembleia-Geral da ONU. "Talvez se tenha aberto uma janela de negociação", avaliou o presidente do STF. Sobre a acusação de ditadura judicial, Barroso foi taxativo: "Dizer que no Brasil existe uma ditadura judicial é uma falsificação da verdade".

Ele argumentou que as constantes críticas ao STF, ao governo e ao Congresso são provas do vigor democrático. O ministro reconheceu, porém, que os julgamentos dos eventos de 8 de janeiro e da tentativa de golpe dificultaram a pacificação nacional, pois "quem teme ser preso está querendo briga, e não pacificação".
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Com informações do g1

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Fonte: PlantãoBrasil

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