Eduardo diz que sem anistia não haverá eleição e vira piada até na própria direita

O deputado foragido Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em seu exílio autoimposto nos Estados Unidos, segue se especializando em ataques ao Brasil e em vexames internacionais. Isolado até mesmo por setores da extrema direita e sem qualquer relevância após a aproximação entre o presidente Lula (PT) e Donald Trump, o filho 03 agora resolveu partir para ameaças abertas contra a democracia brasileira.
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Nesta quinta-feira (2), Eduardo escreveu em suas redes sociais que “sem anistia não haverá eleição em 2026”. O tom golpista e delirante da declaração mostra como o parlamentar, já investigado por sua participação na tentativa de golpe de 8 de janeiro, tenta ainda se colocar como uma peça importante no tabuleiro político. Mas, na prática, não passa de um extremista em decadência, sem apoio popular e cada vez mais rejeitado.
A crise provocada por ele próprio com seus discursos antidemocráticos se soma ao isolamento dentro do próprio PL. Caciques da legenda já o acusam de agir movido por interesses financeiros e de tentar rachar o partido para se tornar dono de uma nova sigla. O “eduardismo”, movimento criado para rivalizar com o culto ao pai, foi recebido até entre bolsonaristas como uma caricatura patética.
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Eduardo, que sobrevive de postagens raivosas e ameaças vazias, já não consegue eco sequer entre seus antigos aliados. A aposta em radicalizar o discurso, incluindo a absurda chantagem de condicionar eleições à aprovação de anistia para golpistas, revela apenas seu desespero por relevância.
Enquanto o governo Lula avança com vitórias históricas, como a aprovação da isenção de Imposto de Renda para a maioria dos brasileiros e a taxação dos super-ricos, a extrema direita se apequena em figuras como Eduardo Bolsonaro: isoladas, ridicularizadas e cada vez mais sem poder real.
Com informações da Fórum
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Nesta quinta-feira (2), Eduardo escreveu em suas redes sociais que “sem anistia não haverá eleição em 2026”. O tom golpista e delirante da declaração mostra como o parlamentar, já investigado por sua participação na tentativa de golpe de 8 de janeiro, tenta ainda se colocar como uma peça importante no tabuleiro político. Mas, na prática, não passa de um extremista em decadência, sem apoio popular e cada vez mais rejeitado.
A anistia é o mínimo, é a defesa tolerável da democracia. Querer flexibilizar a anistia soa como suavizar a vida de ditadores, que só respeitam o que temem.
— Eduardo Bolsonaro???? (@BolsonaroSP) October 2, 2025
Sem anistia não haverá eleição em 2026.
A crise provocada por ele próprio com seus discursos antidemocráticos se soma ao isolamento dentro do próprio PL. Caciques da legenda já o acusam de agir movido por interesses financeiros e de tentar rachar o partido para se tornar dono de uma nova sigla. O “eduardismo”, movimento criado para rivalizar com o culto ao pai, foi recebido até entre bolsonaristas como uma caricatura patética.
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Eduardo, que sobrevive de postagens raivosas e ameaças vazias, já não consegue eco sequer entre seus antigos aliados. A aposta em radicalizar o discurso, incluindo a absurda chantagem de condicionar eleições à aprovação de anistia para golpistas, revela apenas seu desespero por relevância.
Enquanto o governo Lula avança com vitórias históricas, como a aprovação da isenção de Imposto de Renda para a maioria dos brasileiros e a taxação dos super-ricos, a extrema direita se apequena em figuras como Eduardo Bolsonaro: isoladas, ridicularizadas e cada vez mais sem poder real.
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Fonte: Plantão Brasil

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