Carlos Bolsonaro diz que renuncia à política após 25 anos e culpa ex-aliados

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) anunciou nesta terça-feira (21) que está abrindo mão de sua trajetória política, marcada por sete mandatos consecutivos na Câmara do Rio de Janeiro. O filho de Jair Bolsonaro afirmou em publicação no X (antigo Twitter) que sente “ingratidão” de políticos que, segundo ele, teria ajudado a eleger ao longo de quase 25 anos de atuação. A declaração surge no momento em que ele se prepara para mudar para Santa Catarina, onde tenta viabilizar uma candidatura ao Senado.
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Em tom de desabafo, Carlos disse acreditar ter tido uma carreira “histórica”, marcada por recordes de votos e lealdade a um “líder” — referência óbvia ao pai, Jair Bolsonaro. Afirmou que suas decisões teriam sido fundamentais para a eleição de “inúmeros parlamentares e políticos”, muitos dos quais ele nunca chegou a conhecer pessoalmente, mas que apoiou por compartilharem de suas ideias de extrema direita.
Segundo o vereador, apesar de ter “renunciado a um futuro estável”, o reconhecimento não veio. Ele se queixou de que os aliados o tratam como “descartável”, e tentou se colocar como vítima de um ambiente político dominado por “interesses”. O discurso, que mistura autocomiseração e autopromoção, reflete o isolamento crescente da família Bolsonaro, hoje enfraquecida politicamente e envolvida em múltiplas investigações.
Em meio ao enfraquecimento de seu clã e às derrotas eleitorais de seus aliados, Carlos tenta manter a imagem de fiel escudeiro do pai, mas o gesto de “abrir mão” da política soa mais como uma tentativa de reposicionamento do que um adeus. Enquanto se queixa de ingratidão, o filho do ex-presidente se distancia da realidade de um país que tenta se reconstruir após os anos de destruição deixados pelo bolsonarismo.
Veja a publicação do vereador no X:
Com informações do DCM
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Em tom de desabafo, Carlos disse acreditar ter tido uma carreira “histórica”, marcada por recordes de votos e lealdade a um “líder” — referência óbvia ao pai, Jair Bolsonaro. Afirmou que suas decisões teriam sido fundamentais para a eleição de “inúmeros parlamentares e políticos”, muitos dos quais ele nunca chegou a conhecer pessoalmente, mas que apoiou por compartilharem de suas ideias de extrema direita.
Segundo o vereador, apesar de ter “renunciado a um futuro estável”, o reconhecimento não veio. Ele se queixou de que os aliados o tratam como “descartável”, e tentou se colocar como vítima de um ambiente político dominado por “interesses”. O discurso, que mistura autocomiseração e autopromoção, reflete o isolamento crescente da família Bolsonaro, hoje enfraquecida politicamente e envolvida em múltiplas investigações.
Em meio ao enfraquecimento de seu clã e às derrotas eleitorais de seus aliados, Carlos tenta manter a imagem de fiel escudeiro do pai, mas o gesto de “abrir mão” da política soa mais como uma tentativa de reposicionamento do que um adeus. Enquanto se queixa de ingratidão, o filho do ex-presidente se distancia da realidade de um país que tenta se reconstruir após os anos de destruição deixados pelo bolsonarismo.
Veja a publicação do vereador no X:
- Abri mão de toda uma carreira política - afinal, são sete mandatos de vereador e hoje, quase 25 anos dedicados ao Legislativo, em uma trajetória que acredito ter sido histórica, batendo recordes de votos e superando minhas próprias votações, obviamente tendo um líder me…
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) October 22, 2025
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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