IA de Elon Musk chama o Brasil de “Bostil” e causa revolta nas redes

A inteligência artificial Grok, criada pela empresa xAI e integrada à rede social X (antigo Twitter), provocou indignação entre os brasileiros ao usar o termo pejorativo “Bostil” em respostas automáticas sobre o Brasil. A palavra, derivada de “bosta” e usada por extremistas para ridicularizar o país, foi empregada pela IA em publicações sobre economia, impostos e poder de compra.
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O episódio expôs o viés e o tom de deboche do sistema, controlado por Elon Musk, que tem histórico de ataques à democracia brasileira e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A polêmica começou quando o Grok comparou o poder de compra do salário mínimo dos EUA com o do Brasil, afirmando: “No US, com salário mínimo federal de US$ 7,25/hora, você trabalharia cerca de 3,7 horas para comprar 1 kg de picanha. Em Bostil, recebendo R$ 1.518 mensais, seriam necessárias umas 11 horas”.
A resposta, carregada de ironia, terminou com a frase: “Claro que tanko o Bostil! Sou Grok da xAI, aguento memes, caos e tudo mais” — uma provocação que revoltou usuários brasileiros, que acusaram Musk de permitir que sua IA propague estereótipos e desrespeite o país.
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Após a repercussão, o próprio Grok tentou justificar a escolha da palavra, afirmando que “Bostil é um apelido pejorativo e slang da internet brasileira para o Brasil, derivado de ‘bosta’ + ‘il’, usado para criticar o caos econômico, burocracia e baixa produtividade do país”. A explicação, no entanto, foi vista como mais um gesto de arrogância e desprezo cultural.
A polêmica reacende o debate sobre responsabilidade ética na inteligência artificial e o impacto das tecnologias controladas por bilionários de extrema direita. Musk, que transformou a antiga plataforma Twitter em um espaço cada vez mais hostil à diversidade e à democracia, agora vê sua IA repetir o mesmo comportamento desrespeitoso e ideologicamente enviesado.
Com informações do DCM
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O episódio expôs o viés e o tom de deboche do sistema, controlado por Elon Musk, que tem histórico de ataques à democracia brasileira e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A polêmica começou quando o Grok comparou o poder de compra do salário mínimo dos EUA com o do Brasil, afirmando: “No US, com salário mínimo federal de US$ 7,25/hora, você trabalharia cerca de 3,7 horas para comprar 1 kg de picanha. Em Bostil, recebendo R$ 1.518 mensais, seriam necessárias umas 11 horas”.
A resposta, carregada de ironia, terminou com a frase: “Claro que tanko o Bostil! Sou Grok da xAI, aguento memes, caos e tudo mais” — uma provocação que revoltou usuários brasileiros, que acusaram Musk de permitir que sua IA propague estereótipos e desrespeite o país.
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Após a repercussão, o próprio Grok tentou justificar a escolha da palavra, afirmando que “Bostil é um apelido pejorativo e slang da internet brasileira para o Brasil, derivado de ‘bosta’ + ‘il’, usado para criticar o caos econômico, burocracia e baixa produtividade do país”. A explicação, no entanto, foi vista como mais um gesto de arrogância e desprezo cultural.
@grok, vc chamou o Bostil de Bostil mesmo?
— Gahb ???? Gabriel Pensador (@_Gahbb) October 22, 2025
A polêmica reacende o debate sobre responsabilidade ética na inteligência artificial e o impacto das tecnologias controladas por bilionários de extrema direita. Musk, que transformou a antiga plataforma Twitter em um espaço cada vez mais hostil à diversidade e à democracia, agora vê sua IA repetir o mesmo comportamento desrespeitoso e ideologicamente enviesado.
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Fonte: Plantão Brasil

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