ABUSO! Hugo Motta usa a força e Polícia Legislativa só contra a esquerda

A conduta da presidência da Câmara dos Deputados sob Hugo Motta (Republicanos-PB) foi exposta em um caso flagrante de seletividade e abuso de poder que chocou a opinião pública. O post viralizado nas redes sociais denunciou que, embora o assento máximo da Casa seja o mesmo, o tratamento dispensado a parlamentares de oposição é brutalmente diferente daquele reservado aos aliados.
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A crítica se concentra no tratamento dado ao deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que foi retirado à força e de forma agressiva da cadeira da presidência da Câmara por protestar contra uma manobra política. A agressividade inédita da Polícia Legislativa no episódio, que se assemelhou a uma cena de "reality show" de violência, contrasta com a "cordialidade e sutileza" que, em outro momento, foram destinadas a outro parlamentar, que não teve o nome revelado, mas foi tratado com respeito e educação.
O episódio levantou o questionamento sobre o fim da neutralidade e o uso da democracia como ferramenta seletiva, especialmente sob a gestão de Hugo Motta. A denúncia sugere que a Mesa Diretora age de forma diferente a depender da afiliação ideológica do deputado, punindo com truculência quem se opõe à agenda de retrocessos e de blindagem aos bolsonaristas.
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O protesto público se concentra na exigência de “Fora Hugo Motta”, que se tornou o principal alvo das críticas. A condução autoritária do presidente da Câmara não apenas contribuiu para a violência contra parlamentares e jornalistas no plenário, como também demonstrou um viés perigoso na gestão de um cargo que deveria prezar pela isenção e pela garantia do debate democrático para todos os representantes eleitos.
Assista aos vídeos e constate as diferenças:
Com informações do Plantão Brasil/X
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]
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A crítica se concentra no tratamento dado ao deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que foi retirado à força e de forma agressiva da cadeira da presidência da Câmara por protestar contra uma manobra política. A agressividade inédita da Polícia Legislativa no episódio, que se assemelhou a uma cena de "reality show" de violência, contrasta com a "cordialidade e sutileza" que, em outro momento, foram destinadas a outro parlamentar, que não teve o nome revelado, mas foi tratado com respeito e educação.
O episódio levantou o questionamento sobre o fim da neutralidade e o uso da democracia como ferramenta seletiva, especialmente sob a gestão de Hugo Motta. A denúncia sugere que a Mesa Diretora age de forma diferente a depender da afiliação ideológica do deputado, punindo com truculência quem se opõe à agenda de retrocessos e de blindagem aos bolsonaristas.
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O protesto público se concentra na exigência de “Fora Hugo Motta”, que se tornou o principal alvo das críticas. A condução autoritária do presidente da Câmara não apenas contribuiu para a violência contra parlamentares e jornalistas no plenário, como também demonstrou um viés perigoso na gestão de um cargo que deveria prezar pela isenção e pela garantia do debate democrático para todos os representantes eleitos.
Assista aos vídeos e constate as diferenças:
Senhoras e senhores, a mesma cadeira. Dois deputados. Dois tratamentos completamente diferentes. Para Marcel, cordialidade, educação, sutileza. Para Glauber, agressividade inédita, digna de reality show. O que é isso? A democracia virou seletiva agora? Hugo Motta fora já. pic.twitter.com/j22lrJCJ7T
— Guedinho e seus Fãs (@GuedinhoeFans) December 9, 2025
Com informações do Plantão Brasil/X
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Fonte: Plantão Brasil

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