PSOL aciona PGR contra Hugo Motta por "ações truculentas" da Polícia

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) e um grupo de parlamentares acionaram criminalmente o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na Procuradoria-Geral da República (PGR). Eles acusam Motta de ser o “mandante das ações agressivas e truculentas” da Polícia Legislativa durante a tumultuada sessão da última terça-feira, dia 9.
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A representação foi protocolada na quarta-feira (10) e pede a investigação por crimes de “lesão corporal” e “violência política de gênero”. Além de Glauber, assinam a denúncia as deputadas Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Célia Xakriabá (PSOL-MG), e os deputados Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) e Rogério Correia (PT-MG).
O grupo solicita que a PGR exija da Câmara o envio imediato de todos os registros de vídeo, áudio e transmissão da sessão interrompida, além da identificação completa dos policiais legislativos envolvidos na confusão. A TV Câmara chegou a interromper a transmissão no momento da retirada violenta.
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Glauber Braga foi retirado à força da cadeira da Mesa Diretora na noite de terça, após se recusar a deixar o local em protesto contra a decisão de Hugo Motta de pautar a votação de sua cassação. Durante a ação, houve empurrões e agressões contra o próprio deputado e contra jornalistas que acompanhavam a movimentação no plenário.
Veja o vídeo:
O processo contra Glauber havia sido iniciado pelo partido Novo, sob a acusação de quebra de decoro parlamentar, após ele expulsar, com empurrões e chutes, o influenciador Gabriel Costenaro, então do MBL, das dependências da Câmara em abril de 2024, em defesa de sua mãe, ofendida pelo influenciador.
Na quarta-feira, a Câmara decidiu suspender Glauber Braga por seis meses, rejeitando a cassação sugerida pelo Conselho de Ética. A mudança, proposta em uma emenda do PT, foi aprovada por 318 votos a 141, com 3 abstenções, formalizando a Resolução 32/25.
Com informações do DCM
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A representação foi protocolada na quarta-feira (10) e pede a investigação por crimes de “lesão corporal” e “violência política de gênero”. Além de Glauber, assinam a denúncia as deputadas Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Célia Xakriabá (PSOL-MG), e os deputados Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) e Rogério Correia (PT-MG).
O grupo solicita que a PGR exija da Câmara o envio imediato de todos os registros de vídeo, áudio e transmissão da sessão interrompida, além da identificação completa dos policiais legislativos envolvidos na confusão. A TV Câmara chegou a interromper a transmissão no momento da retirada violenta.
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Glauber Braga foi retirado à força da cadeira da Mesa Diretora na noite de terça, após se recusar a deixar o local em protesto contra a decisão de Hugo Motta de pautar a votação de sua cassação. Durante a ação, houve empurrões e agressões contra o próprio deputado e contra jornalistas que acompanhavam a movimentação no plenário.
Veja o vídeo:
ABSURDO! Hugo Motta mandou a Polícia Legislativa retirar Glauber Braga para fora do plenário com violência, o mesmo Motta que foi conivente e omisso quando a Câmara foi sequestrada por golpistas bolsonaristas.
— Lázaro Rosa ???? (@lazarorosa25) December 9, 2025
SEM ANISTIA
SEM DOSIMETRIA
CHEGA DE IMPUNIDADE
O BRASIL QUER… pic.twitter.com/QQIPSpFRlM
O processo contra Glauber havia sido iniciado pelo partido Novo, sob a acusação de quebra de decoro parlamentar, após ele expulsar, com empurrões e chutes, o influenciador Gabriel Costenaro, então do MBL, das dependências da Câmara em abril de 2024, em defesa de sua mãe, ofendida pelo influenciador.
Na quarta-feira, a Câmara decidiu suspender Glauber Braga por seis meses, rejeitando a cassação sugerida pelo Conselho de Ética. A mudança, proposta em uma emenda do PT, foi aprovada por 318 votos a 141, com 3 abstenções, formalizando a Resolução 32/25.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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