O Globo expõe Flávio Bolsonaro para TIRÁ-LO de 2026 e salvar Tarcísio

O jornal O Globo finalmente cumpre seu papel de desmonte e começa a expor as atividades no mínimo estranhas de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o filho ungido pelo chefe da organização criminosa, Jair Bolsonaro. O objetivo é claro: pavimentar o caminho para o "extremista moderado" Tarcísio de Freitas nas eleições de 2026, tirando do jogo o "01" da prole que pode atrapalhar o plano da direita. A manchete do jornal já indica o tom: “Defesa de ex-sócios do ‘Faraó dos Bitcoins’ e mais: a vida de Flávio Bolsonaro de olho em 2026”, resumindo a atuação do parlamentar como pré-candidato a presidente que concilia o Senado com o trabalho de advogado e a vida empresarial.

O levantamento feito pelo veículo revela que o senador atua como advogado em pelo menos dez processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), defendendo clientes com histórico pesadíssimo. Entre os clientes do parlamentar, constam ex-sócios do famigerado “Faraó dos Bitcoins”, um esquema criminoso de pirâmide financeira que movimentou bilhões e lesou milhares de pessoas. O envolvimento de Flávio Bolsonaro com figuras de gente barra-pesada não para por aí: o senador também atuou na defesa de quatro policiais militares acusados de homicídios em uma tocaia na favela do Vidigal, no Rio de Janeiro, em 2020.
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As ligações perigosas do filho de Bolsonaro se aprofundam com a parceria no trabalho de advocacia. Flávio Bolsonaro atua lado a lado com o advogado Paulo Klein, que já foi responsável pela defesa de Fabrício Queiroz. Para quem não se lembra, Queiroz é a figura central do escândalo das rachadinhas e da movimentação suspeita de cheques que envolveram diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua esposa Michelle.
O Globo também recupera a história da compra suspeita de uma mansão de R$ 5,97 milhões no Lago Sul, em Brasília, uma transação que o senador assegura ter quitado integralmente com o dinheiro de suas atividades como advogado e empresário. O caso, à época, gerou intensa controvérsia sobre a origem dos recursos, principalmente considerando seu patrimônio declarado.
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Em outra frente que levanta sobrancelhas, o senador se lançou no ramo empresarial como sócio da Bravo Grafeno, empresa fundada em 2024, com capital social de R$ 100 mil e sede em Brasília. O negócio, que vende capacetes e viseiras, tem como garoto-propaganda ninguém menos que o ex-presidente Jair Bolsonaro, configurando mais uma operação em que a família capitaliza a partir de seu poder político e imagem pública.
Apesar de o jornal ter ignorado a conhecida franquia de chocolates do clã no Rio, a imprensa progressista, como Folha e Estadão, deve seguir a pauta e aprofundar a destruição política do filho do chefe da organização criminosa. Isso é essencial para que nada atrapalhe o projeto de poder da direita, que agora aposta todas as fichas no “vacilão” Tarcísio de Freitas para 2026.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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