Política · Economia

Para Lula, ações sociais deram visibilidade à população de baixa renda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou o ano com um balanço triunfalante de seu governo, afirmando que suas políticas devolveram a visibilidade e a dignidade ao povo pobre do Brasil. Em sua última reunião ministerial de 2025, Lula declarou que o país vive um momento "ímpar" na história, destacando o crescimento da economia, da indústria e da agricultura, e celebrando o que chamou de fim da "invisibilidade de um povo que só era reconhecido em época de eleição". Para o presidente, a circulação de renda é a chave para resolver os traumas nacionais. "Se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o problema da industrialização, do consumo, da agricultura, da inflação", afirmou, creditando o sucesso ao poder do diálogo e do argumento em um Congresso fragmentado.
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Os números apresentados deram concretude ao discurso. O vice-presidente Geraldo Alckmin detalhou os R$ 108 bilhões destinados à inovação pela Nova Indústria Brasil e o programa Mover, com R$ 3,8 bilhões em incentivos, que já atraíram R$ 140 bilhões em investimentos privados e levaram à reabertura de três fábricas de automóveis. Lula também enalteceu o papel dos bancos públicos, como BNDES e Caixa, no financiamento do desenvolvimento, e a aprovação de reformas estruturais, como a tributária, que "analistas políticos achavam impossível" dada a base governista reduzida na Câmara.
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Além da reindustrialização, o governo destacou avanços em biocombustíveis, posicionando o Brasil como futuro protagonista do combustível de aviação sustentável (SAF), e o aumento da participação do etanol na matriz. Lula ainda ressaltou investimentos inéditos em cultura e a garantia de alimentação digna, afirmando que "as pessoas estão tendo o direito de comer três vezes ao dia". O tom foi de missão cumprida e colheita após um período de reconstrução pós-pandemia e pós-golpe.
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Ao final, o presidente reconheceu um desafio: fazer com que o povo compreenda a extensão das mudanças. "Eu tenho a impressão que o povo ainda não sabe, que nós ainda não conseguimos a narrativa correta", admitiu. A reunião, porém, selou o discurso oficial de um governo que se enxerga em rota de crescimento, inclusão e fortalecimento institucional, com Lula na função de "Ministro do Entusiasmo", pronto para embalar a campanha rumo a 2026.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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