Trump ataca Gustavo Petro, presidente da Colômbia, e sinaliza nova operação militar

O mundo assiste com horror à escalada autoritária de Donald Trump, que, após orquestrar o sequestro de Nicolás Maduro, agora volta sua metralhadora verbal contra outras democracias da América Latina. Em declarações agressivas no Air Force One, o líder republicano ameaçou diretamente a soberania da Colômbia e do México, demonstrando um desprezo absoluto pelo direito internacional. Ao contrário do silêncio cúmplice que a extrema-direita bolsonarista costuma manter diante de abusos americanos, o governo Lula se posiciona firmemente contra essa postura de "polícia do mundo" que tenta subjugar o nosso continente.
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Trump atacou covardemente o presidente colombiano Gustavo Petro, chamando o primeiro governante de esquerda daquele país de "homem doente" e acusando-o sem provas de ligação com o narcotráfico. Ao ser questionado sobre uma possível intervenção militar na Colômbia, o presidente estadunidense foi cínico ao afirmar que a ideia lhe "parece boa". Essa retórica criminosa ignora que Petro é um líder legítimo e busca apenas pavimentar o caminho para mais um golpe ou invasão em solo sul-americano, visando o controle de territórios estratégicos.
A resposta contra o apetite imperialista veio de forma coletiva e altiva. Brasil, Colômbia, México, Uruguai e Chile assinaram uma nota conjunta contundente, rejeitando qualquer tentativa de apropriação externa das riquezas naturais e estratégicas da região. Essa união liderada por governos progressistas é o que verdadeiramente protege a América Latina de se tornar novamente um quintal para os desmandos de Washington, isolando a narrativa belicista que Trump tenta impor através do medo e da força bruta.
Nem mesmo o México escapou da arrogância de Trump, que pressionou a presidente Claudia Sheinbaum ao sugerir o envio de tropas americanas para o território mexicano sob o pretexto de combater as drogas. Trump chegou a insinuar que a mandatária estaria "com medo", em uma clara demonstração de machismo e desrespeito diplomático. Enquanto tenta intimidar os vizinhos, o republicano também previu a queda do governo cubano, embora, neste caso, tenha afirmado que o uso de força militar imediata não seria necessário por acreditar no colapso interno da ilha.
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Para além das fronteiras latinas, a obsessão expansionista de Trump ressurgiu com a defesa da anexação da Groenlândia. Alegando questões de segurança nacional e interesse em terras raras, o presidente dos Estados Unidos ignora a soberania da Dinamarca e o direito dos povos locais, tratando territórios como mercadorias em um balcão de negócios. É o ressurgimento da face mais nefasta do imperialismo, que não aceita limites geográficos ou éticos para garantir sua hegemonia e o acesso a recursos alheios.
Diante desse cenário de caos provocado pela Casa Branca, o Brasil de Lula reafirma seu papel de liderança regional na defesa da paz e da autodeterminação. A política externa brasileira voltou a ser um escudo contra o autoritarismo externo e contra aqueles que, internamente, torcem pelo sucesso de intervenções estrangeiras. O momento exige vigilância total das instituições globais para que a América Latina e o Caribe permaneçam como zonas de paz, livres da sombra ditatorial que Trump tenta projetar sobre o mundo.
Com informações do DCM
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]
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Trump atacou covardemente o presidente colombiano Gustavo Petro, chamando o primeiro governante de esquerda daquele país de "homem doente" e acusando-o sem provas de ligação com o narcotráfico. Ao ser questionado sobre uma possível intervenção militar na Colômbia, o presidente estadunidense foi cínico ao afirmar que a ideia lhe "parece boa". Essa retórica criminosa ignora que Petro é um líder legítimo e busca apenas pavimentar o caminho para mais um golpe ou invasão em solo sul-americano, visando o controle de territórios estratégicos.
A resposta contra o apetite imperialista veio de forma coletiva e altiva. Brasil, Colômbia, México, Uruguai e Chile assinaram uma nota conjunta contundente, rejeitando qualquer tentativa de apropriação externa das riquezas naturais e estratégicas da região. Essa união liderada por governos progressistas é o que verdadeiramente protege a América Latina de se tornar novamente um quintal para os desmandos de Washington, isolando a narrativa belicista que Trump tenta impor através do medo e da força bruta.
Nem mesmo o México escapou da arrogância de Trump, que pressionou a presidente Claudia Sheinbaum ao sugerir o envio de tropas americanas para o território mexicano sob o pretexto de combater as drogas. Trump chegou a insinuar que a mandatária estaria "com medo", em uma clara demonstração de machismo e desrespeito diplomático. Enquanto tenta intimidar os vizinhos, o republicano também previu a queda do governo cubano, embora, neste caso, tenha afirmado que o uso de força militar imediata não seria necessário por acreditar no colapso interno da ilha.
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#Atención El presidente Gustavo Petro fue mencionado nuevamente por Donald Trump, al asegurar que “Colombia está gobernada por un hombre enfermo que le gusta hacer cocaína y venderla a los Estados Unidos y no va a estar haciendo esto por mucho tiempo, déjenme decirlo".
— BluRadio Colombia (@BluRadioCo) January 5, 2026
También… pic.twitter.com/NgffsnE9Mv
Para além das fronteiras latinas, a obsessão expansionista de Trump ressurgiu com a defesa da anexação da Groenlândia. Alegando questões de segurança nacional e interesse em terras raras, o presidente dos Estados Unidos ignora a soberania da Dinamarca e o direito dos povos locais, tratando territórios como mercadorias em um balcão de negócios. É o ressurgimento da face mais nefasta do imperialismo, que não aceita limites geográficos ou éticos para garantir sua hegemonia e o acesso a recursos alheios.
Diante desse cenário de caos provocado pela Casa Branca, o Brasil de Lula reafirma seu papel de liderança regional na defesa da paz e da autodeterminação. A política externa brasileira voltou a ser um escudo contra o autoritarismo externo e contra aqueles que, internamente, torcem pelo sucesso de intervenções estrangeiras. O momento exige vigilância total das instituições globais para que a América Latina e o Caribe permaneçam como zonas de paz, livres da sombra ditatorial que Trump tenta projetar sobre o mundo.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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