Gleisi detona Tarcísio e aponta hipocrisia em discurso sobre crise moral após prisão de financiador do caso Master

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), rebateu com dureza o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que afirmou que o Brasil vive uma "crise moral pior que a fiscal". Em publicação nas redes sociais, Gleisi classificou a fala de "muita cara de pau" e lembrou que o maior financiador individual das campanhas de Tarcísio e Jair Bolsonaro foi Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro – figura central do escândalo do Banco Master – e atualmente preso pela Polícia Federal.
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A ministra ampliou a crítica ao legado econômico da gestão anterior, responsabilizando o governo Bolsonaro pela crise fiscal que o presidente Lula herdou. "Quem contratou uma ’crise fiscal’ no país foi o governo Bolsonaro, que deixou um rombo de R$ 255 bilhões para o governo Lula pagar e desorganizou as contas e a economia do país", afirmou Gleisi, destacando a contradição entre o discurso moralizante de Tarcísio e seus vínculos com investigados.
A reação de Gleisi ocorre após Tarcísio, ao visitar Bolsonaro na Papuda na semana passada, defender a necessidade de "virar a chave" para superar uma suposta crise moral que, em sua avaliação, "arruína as instituições". A ministra, no entanto, inverte o discurso ao expor as conexões que desqualificam a autoridade moral do governador para fazer tais acusações.
Ao vincular Tarcísio diretamente a um financiador preso no maior escândalo financeiro do momento, Gleisi não apenas defende o governo, mas também ataca a credibilidade da oposição. A estratégia joga luz sobre os embaraçosos laços que sustentam politicamente os bolsonaristas, enquanto reforça a narrativa de que a verdadeira desorganização moral e fiscal tem raízes no governo anterior.
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Com informações do X
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A ministra ampliou a crítica ao legado econômico da gestão anterior, responsabilizando o governo Bolsonaro pela crise fiscal que o presidente Lula herdou. "Quem contratou uma ’crise fiscal’ no país foi o governo Bolsonaro, que deixou um rombo de R$ 255 bilhões para o governo Lula pagar e desorganizou as contas e a economia do país", afirmou Gleisi, destacando a contradição entre o discurso moralizante de Tarcísio e seus vínculos com investigados.
A reação de Gleisi ocorre após Tarcísio, ao visitar Bolsonaro na Papuda na semana passada, defender a necessidade de "virar a chave" para superar uma suposta crise moral que, em sua avaliação, "arruína as instituições". A ministra, no entanto, inverte o discurso ao expor as conexões que desqualificam a autoridade moral do governador para fazer tais acusações.
Ao vincular Tarcísio diretamente a um financiador preso no maior escândalo financeiro do momento, Gleisi não apenas defende o governo, mas também ataca a credibilidade da oposição. A estratégia joga luz sobre os embaraçosos laços que sustentam politicamente os bolsonaristas, enquanto reforça a narrativa de que a verdadeira desorganização moral e fiscal tem raízes no governo anterior.
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É muita cara de pau de Tarcísio Freitas sair da Papuda falando em “crise moral”, quando o maior financiador individual das campanhas dele e de Bolsonaro foi o cunhado de Daniel Vorcaro do Master, Fabiano Zettel, preso pela Polícia Federal. E quem contratou uma “crise fiscal” no…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) January 30, 2026
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Fonte: PlantãoBrasil

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