Tarcísio se ajoelha para clã Bolsonaro na Papuda e causa revolta em Kassab

O governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, protagonizou cenas de profunda submissão ao clã Bolsonaro durante visita ao ex-presidente, que cumpre pena de 27 anos na Papudinha por liderar a tentativa de golpe de Estado. Sob o olhar atento de Carlos Bolsonaro, Tarcísio ignorou a própria relevância política para jurar fidelidade ao projeto da "família", garantindo que apoiará a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e que buscará apenas a reeleição no estado. O gesto, marcado por um visível desconforto físico do governador, foi recebido como uma humilhação pública por aliados mais pragmáticos da centro-direita.
Assista:
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A reação no Palácio dos Bandeirantes foi imediata e ácida. Gilberto Kassab, presidente do PSD e secretário de Tarcísio, tripudiou sobre a atitude do chefe, sinalizando que o governador confunde gratidão com submissão cega. Kassab disparou que uma figura que comanda São Paulo e almeja o país precisa ter identidade própria, e não se comportar como um subordinado de uma família marcada por escândalos e crimes. Para o cacique do PSD, o apoio declarado de Tarcísio a Flávio Bolsonaro soa como um "jogo jogado" que limita o potencial político do governador.
Nos bastidores, a estratégia de Kassab parece ser muito mais ambiciosa do que a simples crítica. O marqueteiro Wilsinho Pedroso aponta que o "dono do PSD" está construindo um partido gigante para oferecer a Tarcísio uma saída digna do bolsonarismo radical. Ao reunir nomes como Ronaldo Caiado, Ratinho Jr. e Eduardo Leite, Kassab estaria preparando o terreno para a maior traição de 2026: convencer Tarcísio a abandonar o barco bolsonarista para se lançar como a "terceira via" viável, apoiada pela estrutura do maior partido do Brasil e pelo mercado financeiro.
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O dilema de Tarcísio é estar prensado entre a base radical fiel aos Bolsonaro e o desejo das elites e dos EUA por uma direita civilizada. Caso o governador não aceite romper com o clã, Kassab já possui planos alternativos igualmente audaciosos. O "Plano B" envolveria uma aliança direta com o presidente Lula, oferecendo o PSD para ocupar o cargo de vice na chapa da reeleição. Kassab entregaria ao campo progressista a governabilidade real no Congresso e no Centrão, algo que o atual vice, Geraldo Alckmin, não conseguiu consolidar plenamente.
Ainda há um "Plano C" no tabuleiro: lançar Ratinho Jr. à Presidência para servir como fiel da balança em um eventual segundo turno apertado entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nessa configuração, o PSD negociaria seu apoio a preço de ouro com quem oferecesse mais poder e ministérios. A ironia reside no fato de Kassab estar montando um "partido antibolsonarista" por dentro, enquanto Tarcísio ainda tenta equilibrar pratinhos para agradar um ex-presidente encarcerado que o vê apenas como um peão de sua prole.
Enquanto a traição é construída em "câmera lenta", o cenário para 2026 mostra que Kassab joga para ganhar em todas as frentes. Seja convencendo Tarcísio a trair a "família", seja tornando-se vice de Lula ou decidindo a eleição no segundo turno, o PSD se posiciona como o verdadeiro condutor do tabuleiro. Para o bolsonarismo, o que resta é a ilusão de lealdade de um governador que, embora bajule o líder na prisão, vê seu capital político ser loteado por estrategistas que não têm ideologia, apenas ambição.
Veja:
Com informações da Fórum
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Assista:
Tarcísio é um lacaio da família “santa” e não tem coragem para enfrentar os filhos do mito; imagine o STF?
— Allan dos Panos (@allandospanos) January 29, 2026
E muitos dizendo que iriam votar em um cara ainda mais covarde que o mito. https://t.co/PLMXihEaPt pic.twitter.com/jP8NjyTRXa
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A reação no Palácio dos Bandeirantes foi imediata e ácida. Gilberto Kassab, presidente do PSD e secretário de Tarcísio, tripudiou sobre a atitude do chefe, sinalizando que o governador confunde gratidão com submissão cega. Kassab disparou que uma figura que comanda São Paulo e almeja o país precisa ter identidade própria, e não se comportar como um subordinado de uma família marcada por escândalos e crimes. Para o cacique do PSD, o apoio declarado de Tarcísio a Flávio Bolsonaro soa como um "jogo jogado" que limita o potencial político do governador.
Nos bastidores, a estratégia de Kassab parece ser muito mais ambiciosa do que a simples crítica. O marqueteiro Wilsinho Pedroso aponta que o "dono do PSD" está construindo um partido gigante para oferecer a Tarcísio uma saída digna do bolsonarismo radical. Ao reunir nomes como Ronaldo Caiado, Ratinho Jr. e Eduardo Leite, Kassab estaria preparando o terreno para a maior traição de 2026: convencer Tarcísio a abandonar o barco bolsonarista para se lançar como a "terceira via" viável, apoiada pela estrutura do maior partido do Brasil e pelo mercado financeiro.
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O dilema de Tarcísio é estar prensado entre a base radical fiel aos Bolsonaro e o desejo das elites e dos EUA por uma direita civilizada. Caso o governador não aceite romper com o clã, Kassab já possui planos alternativos igualmente audaciosos. O "Plano B" envolveria uma aliança direta com o presidente Lula, oferecendo o PSD para ocupar o cargo de vice na chapa da reeleição. Kassab entregaria ao campo progressista a governabilidade real no Congresso e no Centrão, algo que o atual vice, Geraldo Alckmin, não conseguiu consolidar plenamente.
Ainda há um "Plano C" no tabuleiro: lançar Ratinho Jr. à Presidência para servir como fiel da balança em um eventual segundo turno apertado entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nessa configuração, o PSD negociaria seu apoio a preço de ouro com quem oferecesse mais poder e ministérios. A ironia reside no fato de Kassab estar montando um "partido antibolsonarista" por dentro, enquanto Tarcísio ainda tenta equilibrar pratinhos para agradar um ex-presidente encarcerado que o vê apenas como um peão de sua prole.
Enquanto a traição é construída em "câmera lenta", o cenário para 2026 mostra que Kassab joga para ganhar em todas as frentes. Seja convencendo Tarcísio a trair a "família", seja tornando-se vice de Lula ou decidindo a eleição no segundo turno, o PSD se posiciona como o verdadeiro condutor do tabuleiro. Para o bolsonarismo, o que resta é a ilusão de lealdade de um governador que, embora bajule o líder na prisão, vê seu capital político ser loteado por estrategistas que não têm ideologia, apenas ambição.
Veja:
No final das contas, não importa o que aconteça em 2026:
— wilsinhopedroso (@wilsinhopedroso) January 28, 2026
Se Tarcísio trair Bolsonaro e virar candidato pelo PSD, Kassab ganha.
Se Lula vencer e Kassab virar vice, Kassab ganha.
Se Flávio vencer e Ratinho negociar apoio no segundo turno, Kassab ganha.
Qualquer movimento que… pic.twitter.com/HDeiCp6N7v
Com informações da Fórum
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Fonte: Plantão Brasil

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