Flávio Bolsonaro recicla promessas fracassadas do pai e tenta imitar estratégia que levou ao desgoverno

O senador Flávio Bolsonaro tenta construir sua pré-candidatura à Presidência reciclando a mesma estratégia de fake news, radicalismo religioso e comunicação digital que seu pai, Jair Bolsonaro, usou para chegar ao poder e deixar um rastro de destruição. O plano é reaplicar o "manual Bolsonaro", com lives no YouTube, discurso conservador e resgate de promessas não cumpridas de 2018, como a transferência da embaixada para Jerusalém – uma manobra populista que ignora a política externa soberana e os interesses nacionais.
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A estratégia, no entanto, esbarra em obstáculos concretos. Flávio tem apenas 8 milhões de seguidores no Instagram, menos da metade do presidente Lula e um terço do que o pai acumula, revelando o esgotamento orgânico do bolsonarismo. Além disso, a Justiça Eleitoral está mais vigilante contra desinformação, e a rejeição ao pré-candidato permanece acima de 55%, mostrando que o eleitorado rejeita a herança de um projeto que ampliou a fome, negligenciou a pandemia e atacou a democracia.
Enquanto viaja ao exterior para se batizar no rio Jordão e fazer gestos vazios para o eleitorado evangélico, Flávio ignora os reais problemas do povo brasileiro. Sua campanha é um simulacro desgastado, uma tentativa desesperada de reviver um projeto político que já mostrou seu fracasso completo. A sociedade rejeitará novamente essa cópia piorada do pior governo da história recente do Brasil.
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Com informações do jornal O Globo
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Fonte: PlantãoBrasil

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