Política

Gleisi compara Folha a defensores da escravidão ao criticar reportagem sobre jornada: "mesmo preconceito"

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou duramente a Folha de S.Paulo neste domingo (22) após a publicação da reportagem "Brasileiro trabalha menos que a média mundial; veja rankings". Em publicação nas redes sociais, Gleisi afirmou que o jornal adota a mesma postura histórica de setores que se opuseram à abolição da escravatura. "Reservar pelo menos dois dias por semana para cuidar da família e da própria vida é um direito que a Folha não quer reconhecer e ainda por cima tenta estigmatizar como preguiça. É o mesmo preconceito dos que foram contra a abolição do trabalho escravo dois séculos atrás", escreveu.
[bn1][/bn1]
A ministra reagiu ao trecho da matéria que afirma que "o brasileiro não trabalha muito" e "nem pode ser considerado particularmente esforçado". Gleisi destacou que a cobertura faz parte de uma ofensiva contra a proposta de redução da jornada de trabalho, defendida pelo governo Lula e em tramitação no Congresso. "Se for mesmo verdadeiro que o tempo médio de trabalho no país seria de 40,1 horas por semana, como diz estudo citado pelo jornal, qual seria o problema de reduzir na lei a jornada de 44 para 40 horas semanais?", questionou. O debate envolve diferentes propostas legislativas, incluindo a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que prevê jornada de 36 horas em quatro dias de trabalho, e o projeto do Executivo que tramita na Câmara.
[bn1][/bn1]

[bn1][/bn1]
Com informações do X

Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]

Fonte: PlantãoBrasil

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaRicharlison denuncia Flávio Bolsonaro e pede intervenção da PF em disputa por mansão