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Terror no Líbano: Israel inicia invasão terrestre e é acusado de usar fósforo branco contra civis

A sanha militarista de Israel atingiu novos patamares de crueldade neste domingo com bombardeios devastadores no subúrbio de Beirute e o assassinato de Wisam Taha, alto dirigente do Hamas, na cidade de Sidon. O ataque em uma área residencial deixou pelo menos um morto, confirmando que a estratégia israelense não poupa centros urbanos. Enquanto o mundo assiste apreensivo, o governo de Israel oficializou o início de incursões terrestres no sul do Líbano, aprofundando uma invasão que fere a soberania libanesa sob o pretexto de combater o Hezbollah.
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A ofensiva militar é acompanhada de denúncias gravíssimas sobre o uso de fósforo branco por parte das forças israelenses. A substância química, que causa queimaduras atrozes e entra em combustão espontânea, estaria sendo lançada contra o sul do Líbano, o que configura um crime de guerra inaceitável. Além disso, até postos da ONU foram alvos de disparos, demonstrando o desprezo total de Israel pelas leis internacionais e pelas missões de paz que tentam conter a escalada de violência na região.

O custo humano da agressão israelense é catastrófico: o número de mortos já chega a 850, enquanto mais de 830 mil libaneses foram forçados a abandonar suas casas. Milhares de famílias estão amontoadas em abrigos coletivos, enfrentando o trauma de ver seu país ser transformado em um campo de batalha por forças estrangeiras. Essa tragédia humanitária é o resultado direto de uma política de extermínio que ignora os apelos por cessar-fogo e foca apenas na destruição total de infraestruturas civis e políticas.
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Em uma demonstração de arrogância diplomática, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, descartou categoricamente qualquer possibilidade de negociação direta com o Líbano. Enquanto o governo libanês se mostrava disposto ao diálogo condicionado a uma trégua, a resposta de Israel foi um sonoro "não". Essa postura confirma que o objetivo do eixo Israel-EUA não é a estabilidade, mas a imposição de sua vontade soberana através da força bruta, atropelando qualquer chance de resolução pacífica para o conflito.

O Líbano foi arrastado para este cenário após bombardeios coordenados por Estados Unidos e Israel contra o território iraniano, que resultaram na morte do aiatolá Ali Khamenei. A retaliação do Hezbollah foi o estopim usado por Israel para justificar uma invasão terrestre planejada e uma campanha de ataques aéreos que já dura semanas. O que se vê agora é uma tentativa de redesenhar o mapa do Oriente Médio através do sangue e do terror, contando com o apoio logístico e político das potências ocidentais.
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A resistência libanesa tenta reagir aos ataques contra suas tropas e posições militares, mas a disparidade de forças e o uso de armamentos químicos por Israel tornam a situação desesperadora para a população civil. O mercado global de energia já sente os reflexos, com o petróleo disparando, mas o verdadeiro prejuízo é medido nas vidas ceifadas e na destruição de uma nação soberana. É urgente que a comunidade internacional se levante contra esse massacre e exija o fim imediato das agressões que desestabilizam o mundo.

Veja o vídeo:

Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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