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Irã ameaça EUA com resposta brutal a ataque terrestre sob olhos de potências reunidas no Paquistão

O clima de tensão no Oriente Médio atingiu um ponto de ruptura neste domingo (29). O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, denunciou o que chamou de "jogo duplo" de Washington: enquanto os EUA enviam mensagens sobre possíveis negociações, o Pentágono acelera os preparativos para uma invasão terrestre com tropas de infantaria e forças especiais. Em um discurso altivo à nação, Qalibaf foi categórico ao afirmar que o Irã está pronto para a resposta militar e que o povo persa prefere o confronto à humilhação de uma rendição imposta por Donald Trump.
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A denúncia iraniana ocorre no mesmo momento em que ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Turquia e Egito se reúnem em Islamabad, no Paquistão, em uma tentativa desesperada de mediar o conflito que já dura um mês e causou o maior colapso energético da história. O Paquistão tenta costurar um acordo de desescalada, mas a intransigência de Israel — que continua bombardeando Teerã e o Líbano — e o envio de milhares de fuzileiros navais norte-americanos para a região indicam que a via diplomática está sendo sufocada pelos tambores de guerra.

O Avanço da Barbárie e o Caos Global:

Ataques à Imprensa e Civis: Israel bombardeou a sede da emissora Al-Araby (do Catar) em Teerã e matou três jornalistas no Líbano, intensificando o que analistas chamam de tática de silenciamento.

Economia em Chamas: Com o Estreito de Ormuz bloqueado e a entrada dos Houthis no conflito ameaçando também o Mar Vermelho, o fornecimento global de petróleo está em colapso.

Pressão Interna nos EUA: Protestos anti-Trump tomam as ruas das principais cidades americanas contra uma guerra cada vez mais impopular, que ameaça o futuro do Partido Republicano nas eleições de novembro.


Enquanto a Turquia propõe um plano para reabrir rotas marítimas e o Paquistão tenta garantir a passagem de petroleiros, o governo iraniano deixou claro que qualquer ataque à sua infraestrutura econômica resultará em uma retaliação "forte e implacável". O mundo observa com apreensão se o prazo de 10 dias prorrogado por Trump servirá para a paz ou apenas para o posicionamento final das tropas que pretendem invadir o Irã, mergulhando o planeta em uma conflagração de proporções imprevisíveis.
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Com informações da Reuters

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Fonte: PlantãoBrasil

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