Prefeito bolsonarista faz município processar a si mesmo, juiz cancela ação e prefeito recorre

O absurdo administrativo e jurídico tomou conta de uma prefeitura comandada pela extrema direita, em um caso que beira o inacreditável. O prefeito bolsonarista do PL protagonizou uma manobra bizarra ao fazer com que o próprio município que ele administra entrasse com uma ação judicial contra ele mesmo. A estratégia, que parece saída de um roteiro de comédia pastelão, tinha como objetivo forçar uma decisão judicial que, na prática, beneficiaria os interesses pessoais do político em detrimento dos cofres públicos.
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Ao analisar o processo, o juiz responsável não poupou críticas à tentativa de manipulação do Judiciário e cancelou a ação imediatamente. O magistrado identificou o que chamou de "confusão processual" e falta de interesse de agir, já que não faz sentido jurídico uma entidade processar seu próprio representante legal para obter um resultado que o próprio prefeito poderia resolver administrativamente, caso fosse legal. A sentença deixou claro que a justiça não pode ser usada como puxadinho de interesses particulares de políticos que se sentem donos da cidade.
Inconformado com a derrota e demonstrando o habitual desprezo pelas regras democráticas e pela lógica jurídica, o prefeito bolsonarista decidiu recorrer da decisão que extinguiu o processo. Em vez de aceitar o freio imposto pela legalidade, ele insiste em gastar tempo e recursos da máquina pública para manter viva uma aberração jurídica. Esse comportamento reflete o modus operandi do bolsonarismo, que tenta subverter as instituições para criar realidades paralelas onde a lei só vale quando convém aos seus aliados.


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O caso gerou indignação entre os moradores e especialistas em direito público, que veem na atitude um exemplo clássico de improbidade e desvio de finalidade. Enquanto o município carece de investimentos básicos, a gestão perde tempo com disputas judiciais fantasiosas contra si mesma. A resistência do prefeito em aceitar a decisão do juiz mostra que a extrema direita não tem limites quando o assunto é tentar dobrar o sistema para se manter protegida ou obter vantagens indevidas.
Veja a postagem no X:
Com informações do Plantão Btrasil/X
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Ao analisar o processo, o juiz responsável não poupou críticas à tentativa de manipulação do Judiciário e cancelou a ação imediatamente. O magistrado identificou o que chamou de "confusão processual" e falta de interesse de agir, já que não faz sentido jurídico uma entidade processar seu próprio representante legal para obter um resultado que o próprio prefeito poderia resolver administrativamente, caso fosse legal. A sentença deixou claro que a justiça não pode ser usada como puxadinho de interesses particulares de políticos que se sentem donos da cidade.
Inconformado com a derrota e demonstrando o habitual desprezo pelas regras democráticas e pela lógica jurídica, o prefeito bolsonarista decidiu recorrer da decisão que extinguiu o processo. Em vez de aceitar o freio imposto pela legalidade, ele insiste em gastar tempo e recursos da máquina pública para manter viva uma aberração jurídica. Esse comportamento reflete o modus operandi do bolsonarismo, que tenta subverter as instituições para criar realidades paralelas onde a lei só vale quando convém aos seus aliados.


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O caso gerou indignação entre os moradores e especialistas em direito público, que veem na atitude um exemplo clássico de improbidade e desvio de finalidade. Enquanto o município carece de investimentos básicos, a gestão perde tempo com disputas judiciais fantasiosas contra si mesma. A resistência do prefeito em aceitar a decisão do juiz mostra que a extrema direita não tem limites quando o assunto é tentar dobrar o sistema para se manter protegida ou obter vantagens indevidas.
Veja a postagem no X:
Município processou a si mesmo.
— Mizael (@mizaelizidoro) April 17, 2026
Juiz pediu esclarecimentos.
Município não esclareceu.
Disse desconhecer o endereço (que é o próprio).
Juiz julgou improcedente a ação por não ser possível alguém processar a si mesmo.
Município recorreu da decisão.
Avua, Santa Catarina! pic.twitter.com/9nPKZYNTPD
Com informações do Plantão Btrasil/X
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Fonte: Plantão Brasil

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