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Tenente-coronel denuncia que Pentágono oculta número real de mortos em guerra contra o Irã

Uma denúncia de extrema gravidade sacode as estruturas militares dos Estados Unidos e expõe a face oculta do imperialismo. O tenente-coronel aposentado Anthony Aguilar, veterano com 25 anos de carreira nas Forças Especiais, afirmou que o Pentágono está sistematicamente escondendo o número real de soldados mortos e feridos no conflito contra o Irã. Segundo Aguilar, a máquina de guerra americana manipula as estatísticas para abafar o impacto psicológico e as perdas massivas de uma incursão que já dura 58 dias, enquanto tenta manter uma narrativa de controle que não condiz com a realidade do campo de batalha.
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Aguilar ressalta que as baixas são muito superiores aos 13 mortos admitidos oficialmente pelas autoridades americanas. Ele revela que diversas bases dos EUA na região foram "obliteradas" e "apagadas do mapa" por ofensivas iranianas, informações que só agora começam a romper a barreira do silêncio na grande mídia corporativa dos Estados Unidos. Esse cenário de devastação está sendo deliberadamente ignorado pelo Pentágono, que prefere desacreditar agências de notícias estrangeiras para evitar que o público americano tome consciência do fracasso estratégico e humano dessa nova aventura militar.

Um dos pontos mais sombrios da denúncia envolve crimes de guerra e o impacto moral sobre os combatentes. O ex-militar citou o disparo de mísseis Tomahawk que resultou no massacre de 168 estudantes na cidade de Minab, um evento que, segundo ele, pesa brutalmente na consciência dos marinheiros e soldados envolvidos. Aguilar acredita que esse peso moral tem gerado uma onda de suicídios entre os militares, um fenômeno que o governo dos Estados Unidos se recusa a confirmar para não admitir o colapso da saúde mental de suas tropas diante de ordens desumanas.
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O tenente-coronel compara a situação atual com a fracassada "Guerra Global ao Terror" do pós-11 de Setembro, onde os índices de suicídio superaram as mortes em combate direto. Ele alerta que a nova geração de soldados está sendo sacrificada em um conflito sem sentido, cujos danos às Forças Armadas serão sentidos por muitos anos. Para quem defende a soberania dos povos e repudia as agressões imperialistas, as falas de Aguilar confirmam que a política externa agressiva dos EUA — muitas vezes aplaudida pela extrema direita brasileira — gera apenas rastro de sangue, inclusive de seus próprios cidadãos.

Anthony Aguilar tornou-se um denunciante oficial de crimes de guerra após se aposentar em 2025, trazendo à tona informações coletadas também durante sua atuação como contratado de segurança. Sua voz é fundamental para desmascarar a propaganda de guerra que tenta justificar ataques a civis e a destruição de nações soberanas sob o pretexto de "defesa da democracia". Enquanto governos conservadores tentam blindar o Pentágono, relatos como este provam que a verdade sobre os horrores da guerra não pode ser enterrada para sempre sob comunicados oficiais e sigilos militares.

A denúncia do tenente-coronel serve como um aviso contundente sobre as consequências do militarismo desenfreado. Ocultar corpos de soldados e o massacre de estudantes estrangeiros é uma prática recorrente de potências que priorizam a hegemonia geopolítica acima da vida humana. É preciso que a comunidade internacional exija transparência e punição para os responsáveis por esses crimes. A resistência contra a barbárie exige que exponhamos essas feridas, mostrando que a paz só será possível quando o mundo se libertar das garras de quem lucra com a mentira e a morte no Oriente Médio.

Assista ao vídeo:

Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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