Esquerda relança campanha "Congresso inimigo do povo" e arrasa Davi Alcolumbre

A militância progressista e os movimentos sociais retomaram com força total a campanha "Congresso inimigo do povo", desta vez focando na figura do senador Davi Alcolumbre, apelidado nas redes de "Ratolumbre". A mobilização é uma resposta direta às recentes traições articuladas pela cúpula do Senado, que barrou a indicação de Jorge Messias ao STF e aprovou leis que beneficiam o bolsonarismo, o centrão e chefes de facções criminosas. O levante digital expõe o divórcio entre os interesses da elite parlamentar e as necessidades reais da população brasileira.
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O apelido que viralizou reflete o repúdio ao comportamento de Alcolumbre, acusado de agir nos porões de Brasília para enterrar investigações que atingem seus aliados e o nebuloso esquema do Banco Master. Enquanto o governo Lula trabalha para reconstruir o país, o senador amapaense opera um "balcão de negócios" que visa garantir impunidade a golpistas do 8 de janeiro em troca de apoio político da extrema direita reacionária. A campanha denuncia que o Legislativo tem se tornado um esconderijo para quem flerta com o crime e a corrupção de colarinho branco.
Vídeos que circulam massivamente mostram a indignação popular com o roubo de R$ 400 milhões dos cofres públicos do Amapá, supostamente operado por indicados de Alcolumbre. A narrativa de que o Congresso trabalha contra os interesses nacionais ganhou novos argumentos com a derrubada de vetos de Lula a projetos que afrouxam o combate ao crime organizado. Para a esquerda brasileira, Alcolumbre personifica o que há de mais atrasado na política: a sabotagem das instituições democráticas em nome de privilégios pessoais e da blindagem do bolsonarismo.
Veja um dos vídeos circulando nas redes:
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A pressão das redes sociais já surte efeito, colocando o Senado em estado de alerta diante da queda de popularidade de seus principais líderes. A estratégia da campanha é isolar os parlamentares sabotadores e mostrar que cada voto contra o povo terá consequências nas urnas em 2026. O "Congresso inimigo do povo" é apontado como o principal obstáculo para que os avanços sociais do governo federal cheguem à ponta, uma vez que a oposição reacionária prioriza pautas que apenas interessam à elite financeira e aos articuladores do ódio.
Lula, que conta com o apoio incondicional das bases para enfrentar essa hostilidade, sinaliza que não recuará diante das chantagens do centrão. A retomada dessa ofensiva comunicacional serve como um alerta de que o tempo da complacência com traidores acabou. O foco agora é denunciar o papel de Alcolumbre na manutenção do lodo bolsonarista dentro do Parlamento, garantindo que a sociedade identifique quem são os verdadeiros responsáveis por tentar paralisar o progresso do Brasil e proteger verdugos da liberdade.
A luta contra o retrocesso exige a exposição constante dos métodos escusos de figuras como Davi Alcolumbre. A campanha "Congresso inimigo do povo" não é apenas um slogan, mas um movimento de autodefesa da democracia contra aqueles que tentam transformar a política em um jogo de cartas marcadas.
Com informações do Brasil 247
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O apelido que viralizou reflete o repúdio ao comportamento de Alcolumbre, acusado de agir nos porões de Brasília para enterrar investigações que atingem seus aliados e o nebuloso esquema do Banco Master. Enquanto o governo Lula trabalha para reconstruir o país, o senador amapaense opera um "balcão de negócios" que visa garantir impunidade a golpistas do 8 de janeiro em troca de apoio político da extrema direita reacionária. A campanha denuncia que o Legislativo tem se tornado um esconderijo para quem flerta com o crime e a corrupção de colarinho branco.
Vídeos que circulam massivamente mostram a indignação popular com o roubo de R$ 400 milhões dos cofres públicos do Amapá, supostamente operado por indicados de Alcolumbre. A narrativa de que o Congresso trabalha contra os interesses nacionais ganhou novos argumentos com a derrubada de vetos de Lula a projetos que afrouxam o combate ao crime organizado. Para a esquerda brasileira, Alcolumbre personifica o que há de mais atrasado na política: a sabotagem das instituições democráticas em nome de privilégios pessoais e da blindagem do bolsonarismo.
Veja um dos vídeos circulando nas redes:
Lamentável esse CONGRESSO INIMIGO DO POVO pic.twitter.com/aMO6W0CDUZ
— Amandinha ?????? (@mandstu25) May 1, 2026
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A pressão das redes sociais já surte efeito, colocando o Senado em estado de alerta diante da queda de popularidade de seus principais líderes. A estratégia da campanha é isolar os parlamentares sabotadores e mostrar que cada voto contra o povo terá consequências nas urnas em 2026. O "Congresso inimigo do povo" é apontado como o principal obstáculo para que os avanços sociais do governo federal cheguem à ponta, uma vez que a oposição reacionária prioriza pautas que apenas interessam à elite financeira e aos articuladores do ódio.
Lula, que conta com o apoio incondicional das bases para enfrentar essa hostilidade, sinaliza que não recuará diante das chantagens do centrão. A retomada dessa ofensiva comunicacional serve como um alerta de que o tempo da complacência com traidores acabou. O foco agora é denunciar o papel de Alcolumbre na manutenção do lodo bolsonarista dentro do Parlamento, garantindo que a sociedade identifique quem são os verdadeiros responsáveis por tentar paralisar o progresso do Brasil e proteger verdugos da liberdade.
A luta contra o retrocesso exige a exposição constante dos métodos escusos de figuras como Davi Alcolumbre. A campanha "Congresso inimigo do povo" não é apenas um slogan, mas um movimento de autodefesa da democracia contra aqueles que tentam transformar a política em um jogo de cartas marcadas.
Com informações do Brasil 247
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Fonte: Plantão Brasil

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