Política · Economia

Economia impulsiona Lula, que vira o jogo contra Flávio Bolsonaro na pesquisa Quaest

A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (13/05/2026), trouxe um balde de água fria para as pretensões da extrema direita e confirmou a trajetória de recuperação do presidente Lula. O levantamento aponta que Lula não apenas estabilizou sua aprovação, como voltou a superar numericamente o senador Flávio Bolsonaro nos cenários de primeiro e segundo turno. Esse movimento interrompe a narrativa de crescimento de Flávio Bolsonaro e mostra que o eleitorado está atento aos avanços reais do país, ignorando as tentativas de desgaste promovidas pela oposição parlamentar.
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No cenário de primeiro turno, Lula ampliou sua vantagem para seis pontos, registrando 39% das intenções de voto contra 33% de Flávio Bolsonaro. Candidatos da direita alternativa, como Romeu Zema e Ronaldo Caiado, seguem estagnados na casa dos 4%, provando que o bolsonarismo continua sendo uma força isolada e incapaz de furar a bolha do ódio para conquistar o centro. A melhora nos números reflete diretamente a percepção positiva sobre o rumo do país, com o índice de brasileiros que veem o Brasil na direção certa subindo para 38%, o melhor resultado em meses.

O dado mais significativo, no entanto, aparece na simulação de segundo turno. Após um breve período de vantagem numérica da oposição em abril, Lula retomou a liderança com 42% contra 41% de Flávio Bolsonaro. Embora tecnicamente empatados pela margem de erro, a inversão da curva é um sinal claro de que o teto da extrema direita foi atingido, enquanto o governo federal demonstra fôlego para crescer. Além de bater o herdeiro do condenado Jair Bolsonaro, Lula venceria com folga todos os outros adversários testados, incluindo Zema (44% a 37%) e Caiado (44% a 35%).
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O motor dessa recuperação política é, indiscutivelmente, a economia sob a batuta de Dario Durigan, que mantém o rigor fiscal com foco social. A pesquisa Quaest revela que a melhora no poder de compra e o controle da inflação começaram a ser sentidos no bolso do trabalhador, impulsionando a aprovação do governo para 46%. Esse otimismo econômico desarma o discurso apocalíptico da prole bolsonarista, que se vê obrigada a recorrer a pautas de costumes vazias diante do sucesso das políticas de emprego e renda do governo Lula.

Enquanto o bolsonarismo se perde em brigas internas e processos judiciais que ameaçam tornar mais integrantes da família inelegíveis, o governo colhe os frutos de uma gestão séria. A redução da desaprovação para 49% indica que a polarização está cedendo espaço para o reconhecimento dos resultados práticos. O cenário mostra que, ao contrário do que pregam os influenciadores da extrema direita, o Brasil está mais resiliente e menos propenso a cair novamente no abismo autoritário que quase destruiu as instituições nos anos anteriores.

A consolidação de Lula como o favorito para 2026 coloca em xeque a estratégia de sucessão da família Bolsonaro. Sem o patriarca, que condenado a 27 anos de prisãol, a tentativa de transferir votos para o filho encontra resistência em um eleitorado que valoriza a estabilidade democrática e o crescimento sustentável. O levantamento da Quaest deixa claro: o Brasil quer seguir em frente, e a liderança de Lula é a maior garantia de que o país não voltará às mãos de quem despreza o povo e a democracia.

Com informações do Brasil 247

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Fonte: Plantão Brasil

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