Bolsonarista Gilvan da Federal direciona R$ 490 mil em verbas públicas para ONGs de parentes e assessores

As estruturas da oposição reacionária sofreram um novo abalo ético com a revelação de um esquema de desvio de recursos públicos montado dentro de um gabinete parlamentar da extrema direita. Uma investigação jornalística detalhou que um deputado estadual alinhado ao bolsonarismo direcionou o montante de R$ 490 mil em emendas parlamentares para organizações não governamentais controladas diretamente por seus familiares e assessores próximos. O caso escancara a hipocrisia do discurso de combate à corrupção mantido pela bancada conservadora, que utiliza o orçamento do Estado para enriquecer o próprio círculo privado.
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Os repasses financeiros foram pulverizados em entidades sociais que, no papel, deveriam prestar serviços comunitários no estado de São Paulo, mas que funcionavam como fachadas administradas por parentes consanguíneos e funcionários lotados no próprio gabinete do parlamentar. A manobra patrimonialista burla os princípios básicos da impessoalidade e da moralidade na administração pública, transformando as emendas impositivas em um balcão de negócios familiares. Entidades de fiscalização e parlamentares progressistas já começaram a articular representações formais para exigir a cassação do mandato por quebra de decoro.
A descoberta de mais esse escândalo de corrupção na bancada do PL provocou imediata indignação nos movimentos sociais e nas lideranças que defendem a transparência dos gastos públicos. Enquanto o governo federal se empenha em reestruturar as políticas públicas e destinar verbas para o desenvolvimento real do povo trabalhador, a base remanescente do regime anterior continua operando sob a lógica do fisiologismo e do desvio de conduta. O Ministério Público Estadual foi acionado para abrir um inquérito civil e criminal para apurar a ocorrência de improbidade administrativa e peculato.
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O desmascaramento desse esquema de enriquecimento ilícito ocorre em um período de ampla reorganização das instituições de controle, que passaram a agir sem o antigo freio político imposto pelos setores extremistas. A perda de impunidade dessas redes familiares e das milícias digitais se consolida no país, especialmente após o líder máximo da engrenagem reacionária, Jair Bolsonaro, ter sido condenado pela Justiça a 27 anos e 3 meses de prisão por seus crimes contra o Estado. As autoridades investigativas vão rastrear a execução dos contratos das ONGs para garantir a devolução integral do dinheiro público aos cofres do Estado.
Com informações do DCM
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Fonte: PlantãoBrasil

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