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Dilma consolida Banco dos BRICS na Ásia Central em reunião estratégica com presidente do Uzbequistão

Na consolidação de uma arquitetura financeira global multipolar e voltada às urgências do Sul Global, a presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento, o Banco dos BRICS, Dilma Rousseff, liderou uma reunião histórica em Tashkent com o presidente do Uzbequistão, Shavkat Mirziyoyev. O encontro de alto nível, realizado à margem do Fórum Internacional de Investimentos de Tashkent, sacramentou a adesão definitiva do país como o primeiro membro da Ásia Central a integrar a instituição. A expansão estratégica, aprovada pelo Conselho de Governadores do NDB, eleva a capilaridade da instituição fundada originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, posicionando o banco como o principal motor de financiamento alternativo fora do eixo de dominação das potências ocidentais.
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Durante as tratativas, Dilma Rousseff reconheceu o papel geopolítico crucial do Uzbequistão, que funciona como um verdadeiro entroncamento logístico e polo de trânsito comercial conectando a Ásia, a Europa e o Oriente Médio. A ex-presidenta brasileira exaltou as profundas reformas econômicas, a abertura internacional e a modernização institucional promovidas pela gestão de Mirziyoyev nos últimos oito anos. O NDB firmou o compromisso de estruturar uma robusta carteira de créditos de longo prazo direcionada a setores vitais e soberanos do Uzbequistão, abrangendo projetos de energia limpa, transição ecológica, segurança hídrica, redes de transporte integrado e a implantação de infraestrutura digital e social para elevar a qualidade de vida da população.
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A consolidação do Uzbequistão no bloco financeiro dos países emergentes abre caminho para que a nação asiática sedie grandes assembleias globais do NDB nos próximos anos, elevando seu protagonismo nas decisões do Sul Global. Ao atrair novos parceiros estratégicos sem a imposição de condicionantes políticas ou econômicas que agridam a soberania das nações — uma marca registrada da gestão de Dilma à frente do NDB —, o banco dos BRICS acelera o passo na construção de uma rede de cooperação solidária, focada na inovação, na ciência e no desenvolvimento equitativo, blindando as economias em desenvolvimento contra as flutuações e pressões do capital internacional.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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