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EUA rasgam cessar-fogo, bombardeiam o Irã e retomam asfixia econômica contra o petróleo do país

A máquina de guerra dos Estados Unidos voltou a alimentar a instabilidade global ao desferir uma série de bombardeios aéreos contra o território soberano do Irã. Explosões severas foram registradas e confirmadas pela televisão estatal iraniana na cidade portuária de Sirik, localizada na estratégica região sul do país persa. O Comando Central das Forças Armadas estadunidenses assumiu a autoria da agressão militar, alegando de forma unilateral que a violenta ofensiva busca impor punições financeiras e bélicas a Teerã devido a supostos ataques contra navios comerciais que cruzavam o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas e energéticas mais importantes do planeta.
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Essa nova demonstração de força promovida por Washington ocorre em total desrespeito ao cessar-fogo que havia sido firmado entre as duas nações no fim de fevereiro para encerrar o conflito armado. Horas antes do início dos bombardeios estrangeiros, a agência britânica de segurança marítima chegou a relatar que três embarcações mercantes, incluindo o petroleiro Al Rekayyat, de bandeira catari, haviam sido atingidas por projéteis na região do estreito, sem deixar feridos, servindo de pretexto imediato para a reação desproporcional da potência ocidental. Apesar da perigosa quebra de protocolo militar e do aumento das tensões na região, diplomatas de ambos os lados afirmam que representantes ainda tentavam manter as negociações abertas em busca de um tratado definitivo de paz.
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Além da violência militar em solo iraniano, a Casa Branca retomou a velha política de asfixia econômica e sanções arbitrárias ao revogar a licença especial que permitia ao Irã comercializar e exportar livremente seu petróleo bruto e derivados até agosto. O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou energicamente a manobra, denunciando que o bloqueio das exportações viola abertamente o Memorando de Islamabad, assinado justamente para pacificar a relação entre Washington e Teerã. Diante da quebra de confiança e do cerco diplomático orquestrado pelo governo estadunidense, as autoridades persas responsabilizaram diretamente o imperialismo pelas consequências catastróficas da ação e garantiram que adotarão todas as medidas de legítima defesa necessárias para salvaguardar a soberania nacional e a segurança de seu povo.
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Com informações do g1

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Fonte: PlantãoBrasil

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