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Lula peita Trump e avisa que o Brasil vai dominar tecnologia de terras raras para humilhar o imperialismo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu mais uma demonstração contundente de soberania internacional ao afirmar que o Brasil expandirá agressivamente sua capacidade tecnológica na exploração de minerais críticos e terras raras, elementos vitais para a indústria de ponta e para a transição energética global. Durante uma reunião de alto nível no Palácio do Planalto com ministros, cientistas e representantes do setor de mineração, o chefe do Executivo brasileiro mandou um recado direto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfatizando que o país deixará de ser um submisso fornecedor de commodities brutas para se transformar em um polo exportador de inteligência e conhecimento. Lula ironizou a obsessão da Casa Branca com o avanço asiático, disparando que se o líder da extrema-direita norte-americana está preocupado com a China, pode começar a se preocupar seriamente com a capacidade e a qualificação do Brasil, que dominará a produção de componentes estratégicos como microchips, semicondutores e baterias elétricas.
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Para contornar o boicote promovido pelas forças conservadoras e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, que mantém travada a votação do marco regulatório do setor após a aprovação da matéria na Câmara dos Deputados em maio, o governo do presidente Lula decidiu passar por cima do impasse político institucional e acelerar as políticas públicas de forma independente. A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, garantiu que o governo federal possui instrumentos jurídicos suficientes para estruturar o conselho vinculado à Presidência e avançar no mapeamento das reservas nacionais de minerais críticos, além de articular linhas de financiamento e atração de investimentos sem precisar se render às chantagens parlamentares do Congresso Nacional.
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O plano de emancipação tecnológica conta com o apoio de pesquisadores renomados de instituições acadêmicas de excelência, como a USP, a UFABC e o IFRN, além de executivos técnicos da mineradora Vale, que apresentaram ao presidente propostas para blindar e fortalecer a cadeia produtiva nacional. O encontro estratégico foi acompanhado de perto pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelos ministros da Fazenda e de Minas e Energia, e pelo assessor especial para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, consolidando a união do núcleo duro do governo popular em torno de uma agenda de reindustrialização verde que promete elevar o Brasil à condição de potência geopolítica global, batendo de frente com os interesses monopolistas das grandes potências do hemisfério norte.
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Com infromações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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