Presidente Lula afirma que o Brasil não aceitará desaforo dos Estados Unidos e defende o Pix

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou uma postura firme e altiva nesta sexta-feira ao declarar que aguardará uma manifestação pública de Donald Trump antes de comentar de forma ampla o novo tarifaço abusivo imposto pelos Estados Unidos contra os produtos nacionais. Durante o cumprimento de uma agenda social na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, o líder brasileiro mandou um recado direto aos agressores estrangeiros e aos setores da extrema direita que torcem contra o país, afirmando categoricamente que o Brasil exige respeito nas relações internacionais e que ninguém ganhará mentindo contra a nossa soberania.
Assista ao vídeo:
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A provocação imperialista da gestão de Donald Trump foi confirmada com a aplicação de tarifas de 25% sobre as exportações do país, sob o pretexto mentiroso de uma investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos. O Palácio do Planalto rejeitou imediatamente a manobra, classificando-a como desproporcional e inaceitável, e ressaltou que a medida não possui qualquer justificativa comercial real, tratando-se apenas de uma perseguição política mesquinha articulada para tentar desestabilizar o crescimento econômico conquistado pelo governo federal.
O principal alvo da fúria do relatório estadunidense é o Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central que virou orgulho nacional e libertou o povo das taxas dos grandes bancos. A acusação absurda de Washington é que a ferramenta pública discrimina outras formas de pagamento privadas. Como resposta à audácia estrangeira, as redes oficiais do presidente Lula publicaram um aviso contundente garantindo que a soberania nacional não se negocia e que o Pix continuará sendo público, gratuito e protegido de qualquer ameaça externa.
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A justificativa burocrática dos Estados Unidos para ativar esse ataque foi a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, um mecanismo unilateral usado para punir nações que contrariam os interesses econômicos de Washington. De acordo com os cálculos do governo federal, o imposto cobrado afetará cerca de 18% das vendas brasileiras ao mercado estadunidense, gerando um impacto de 7,4 bilhões de dólares sobre setores estratégicos como o etanol, calçados, açúcar, vestuário, itens químicos, papel e máquinas agrícolas, embora cerca de 2 mil produtos tenham ficado fora da lista final.
Apesar de entidades como a Confederação Nacional da Indústria projetarem riscos ainda maiores que podem alcançar até 11 bilhões de dólares, a gestão federal agiu rápido para blindar os produtores locais e os empregos dos trabalhadores. O governo anunciou a ampliação do Plano Brasil Soberano para disponibilizar crédito imediato às empresas atingidas e já ativou os trâmites necessários para aplicar a Lei de Reciprocidade, além de levar a disputa para a Organização Mundial do Comércio, garantindo que o Brasil enfrentará a agressão estadunidense de cabeça erguida.
Com informações do DCM
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]
Assista ao vídeo:
?? Lula diz aguardar fala de Trump sobre tarifaço: "Brasil não aceita desaforo"
— Metrópoles (@Metropoles) July 17, 2026
EUA decidiu taxar produtos brasileiros em 25% após investigação do USTR sobre práticas comerciais brasileiras
?? YouTube/Lula pic.twitter.com/wsjsNXFaKA
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A provocação imperialista da gestão de Donald Trump foi confirmada com a aplicação de tarifas de 25% sobre as exportações do país, sob o pretexto mentiroso de uma investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos. O Palácio do Planalto rejeitou imediatamente a manobra, classificando-a como desproporcional e inaceitável, e ressaltou que a medida não possui qualquer justificativa comercial real, tratando-se apenas de uma perseguição política mesquinha articulada para tentar desestabilizar o crescimento econômico conquistado pelo governo federal.
O principal alvo da fúria do relatório estadunidense é o Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central que virou orgulho nacional e libertou o povo das taxas dos grandes bancos. A acusação absurda de Washington é que a ferramenta pública discrimina outras formas de pagamento privadas. Como resposta à audácia estrangeira, as redes oficiais do presidente Lula publicaram um aviso contundente garantindo que a soberania nacional não se negocia e que o Pix continuará sendo público, gratuito e protegido de qualquer ameaça externa.
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A justificativa burocrática dos Estados Unidos para ativar esse ataque foi a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, um mecanismo unilateral usado para punir nações que contrariam os interesses econômicos de Washington. De acordo com os cálculos do governo federal, o imposto cobrado afetará cerca de 18% das vendas brasileiras ao mercado estadunidense, gerando um impacto de 7,4 bilhões de dólares sobre setores estratégicos como o etanol, calçados, açúcar, vestuário, itens químicos, papel e máquinas agrícolas, embora cerca de 2 mil produtos tenham ficado fora da lista final.
Nossa soberania não se negocia.
— Lula (@LulaOficial) July 17, 2026
Ninguém vai mudar o nosso PIX. pic.twitter.com/3swinMkYxg
Apesar de entidades como a Confederação Nacional da Indústria projetarem riscos ainda maiores que podem alcançar até 11 bilhões de dólares, a gestão federal agiu rápido para blindar os produtores locais e os empregos dos trabalhadores. O governo anunciou a ampliação do Plano Brasil Soberano para disponibilizar crédito imediato às empresas atingidas e já ativou os trâmites necessários para aplicar a Lei de Reciprocidade, além de levar a disputa para a Organização Mundial do Comércio, garantindo que o Brasil enfrentará a agressão estadunidense de cabeça erguida.
Com informações do DCM
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]
Fonte: PlantãoBrasil

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