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Paulo Teixeira denuncia ação coordenada de Trump e Flávio Bolsonaro para melar as eleições brasileiras!

O deputado federal Paulo Teixeira fez uma grave denúncia pública sobre a existência de um plano internacional articulado para desestabilizar a democracia nacional a poucos meses do pleito presidencial. De acordo com o parlamentar, as recentes investidas do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro, que miram a segurança e a lisura do sistema eletrônico de votação, ocorrem em perfeita sintonia e alinhamento com a administração do presidente norte-americano Donald Trump. O petista apontou que o bolsonarismo atua como um "mau perdedor e sabotador" ao tentar minar a confiança popular nas instituições antes mesmo da abertura das urnas.

O sinal de alerta máximo no cenário diplomático foi acendido após uma reportagem do jornal The Washington Post revelar que o governo dos Estados Unidos pretende enviar uma missão oficial de alta patente ao Brasil. A delegação será chefiada por Riley M. Barnes, secretário-assistente de Estado, e Samuel Samson, secretário-adjunto assistente do Departamento de Estado. O objetivo de Washington é levantar suspeitas infundadas sobre o processo eleitoral em solo brasileiro. A investida causou profundo repúdio no Itamaraty; diplomatas de carreira classificaram a iniciativa como um "gesto hostil" e confirmaram que o governo federal estuda barreiras legais e administrativas para vetar a entrada dos emissários de Trump no território nacional.

Internamente, a engrenagem de desinformação foi impulsionada por Flávio Bolsonaro durante uma reunião com delegações estrangeiras, onde o senador tentou associar as urnas brasileiras à tecnologia da Smartmatic, empresa que atuou no sistema eleitoral da Venezuela. A mentira deslavada motivou uma reação enérgica da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), que protocolou uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para punir a difusão de notícias falsas.
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A própria Corte Eleitoral desmentiu as alegações da oposição radical, reiterando de forma categórica que a Smartmatic jamais forneceu softwares ou programou os aparelhos do país, limitando-se no passado apenas a serviços logísticos e de suporte. A Justiça Eleitoral ressaltou que toda a concepção, o código-fonte e o gerenciamento dos dados são desenvolvidos por servidores e técnicos internos do TSE. O sistema eletrônico brasileiro acumula quase três décadas de segurança inabalável, auditabilidade e transparência absoluta, chanceladas por sucessivos testes públicos independentes e missões internacionais de observação.
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Com informações do X

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Fonte: PlantãoBrasil

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